Discussões recentes sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) mostram insatisfação com a atuação do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. Apesar disso, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não pretende solicitar o afastamento do juiz da relatoria sobre suposta fraude bilionária que envolve o executivo Daniel Vorcaro, conforme a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
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Fontes ligadas à investigação avaliam que pedir a saída de Toffoli poderia prejudicar o andamento do processo. Além disso, geraria espaço para questionamentos sobre a validade das provas obtidas depois do início da tramitação do caso no STF.
Ainda conforme o jornal, qualquer iniciativa desse tipo da PGR poderia transparecer como um embate direto contra a Suprema Corte, em um contexto já marcado por tensões que envolvem Toffoli, a Polícia Federal e recentes polêmicas ligadas à atuação de Alexandre de Moraes em favor do Banco Master.
A investigação e possível conflito de interesse de Toffoli

Na segunda-feira 19, Gonet recebeu do senador Eduardo Girão (Novo-CE) um pedido para investigar a conduta de Toffoli na relatoria do caso. O parlamentar também requereu uma análise técnica independente para avaliar potenciais conflitos de interesse, em razão de relações familiares do ministro com pessoas ligadas a Vorcaro. A expectativa, porém, é que a PGR rejeite a solicitação.
Conforme o Globo, integrantes da PGR reconhecem desconforto diante de episódios como a viagem de Toffoli em jatinho com o advogado de um dos investigados e da participação do cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, em fundos que adquiriram parte de um resort da família do ministro. Contudo, afirmam que esses pontos não constam formalmente do processo, de modo a afastar motivos técnicos para o impedimento.
Leia também: “Os tentáculos do Master”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste
Outro fator é que eventuais apurações sobre Toffoli ficariam sob responsabilidade do próprio STF. Assim, caberia aos ministros analisarem qualquer denúncia contra um de seus integrantes. Em manifestação recente, a própria PGR defendeu a continuidade das investigações sob relatoria de Toffoli, com a justificativa da posição como “por cautela”.





































Esse PGR faz parte da “turma “.
Esse é o mais frouxo da quadrilha fará exatamente o que o careca mandar