Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você
Dirigentes e representantes do PDT em São Paulo divulgaram um manifesto indicando Antonio Neto para a primeira suplência em uma das pré-candidaturas governistas ao Senado.
Dirigentes, vereadores, ex-prefeitos, lideranças sindicais e representantes de movimentos ligados ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) em São Paulo divulgaram, nesta sexta-feira, 3, um manifesto no qual indicam o vice-presidente estadual do partido, Antonio Neto, para a primeira suplência em uma das duas pré-candidaturas governistas ao Senado.
O manifesto reafirma o apoio do PDT à frente formada para disputar as eleições em São Paulo e à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o texto, com a definição das candidaturas das ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet ao Senado, “abre-se um novo momento, o de consolidar a aliança, discutir o projeto que será apresentado à sociedade e reconhecer as forças políticas que sustentam essa construção”.
Receba nossas atualizações
Os signatários afirmam que “a ocupação da primeira suplência em uma das candidaturas da chapa ao Senado representa um gesto importante de reconhecimento da presença do PDT nessa construção” e defendem o nome de Neto para a vaga.
+ Leia mais: Entenda o que é a política no Brasil em Oeste
O documento afirma que o pedetista representa “os anseios da militância trabalhista paulista”. Atual vice-presidente estadual do partido em São Paulo, é também membro da sua Executiva Nacional e presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), central sindical concorrente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Formado em administração de empresas e especialista em informática aplicada a ferrovias, atuou na Prodesp e representou o Brasil em conferências da Organização Internacional do Trabalho. Também presidiu a Federação Sindical Mundial em 1996 e 1999.

PDT reforça aproximação com o PT
O documento afirma que o PDT possui “história, programa, militância, presença territorial e contribuição concreta a oferecer”. Também sustenta que “uma frente ampla não é apenas a soma de nomes e partidos, mas uma construção política que exige diálogo, equilíbrio e reconhecimento”.
O texto é assinado pelo presidente estadual do PDT, Miguel Torres, além de vereadores, presidentes municipais da legenda, dirigentes sindicais e líderes de alas intrapartidárias. O manifesto é divulgado em um momento de aproximação entre PT e PDT; no Rio Grande do Sul, o partido de Lula abriu mão de disputar o Governo do Estado para apoiar a pedetista Juliana Brizola.
Leia também: “A jogada que começa a organizar o tabuleiro”, artigo de Gustavo Segré publicado na Edição 302 da Revista Oeste
Renan fica atrás de Gaspar e Lira e é o mais rejeitado em Alagoas, diz pesquisa
Camilo Santana deve assumir a liderança do PT no Senado em meio a escândalos
Aliados tentam convencer Michelle a se manter na disputa pelo Senado
Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.