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Política

PCO pede anistia para os presos do 8 de janeiro

O partido descreve os condenados pelo STF como ‘cidadãos comuns’, que têm sofrido abusos do Estado brasileiro

8 de janeiro
Alguns dos manifestantes em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília — 8/1/2023 | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Partido da Causa Operária (PCO) publicou, nesta quinta-feira, 20, uma defesa da anistia aos presos do 8 de janeiro. Em publicação no X, a sigla, que é de esquerda, afirma que o indulto “não é uma questão de simpatia política ou alinhamento ideológico, mas de reparação às ilegalidades cometidas pelo Estado”. 

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Ao assumir que houve abusos, prisões arbitrárias e violações de direitos fundamentais contra manifestantes, o partido também menciona a diferença entre o perfil dos anistiados depois do regime militar e os acusados pela invasão das sedes dos Três Poderes. 

“Em 1979, a anistia foi uma resposta às atrocidades de um regime de exceção que torturava e matava”, diz a publicação. “Hoje, os presos que podem ser beneficiados não são torturadores ou algozes de um sistema opressor, mas cidadãos comuns, em grande parte detidos ‘por convicção’ dos acusadores e em processos totalmente fraudulentos, acusados de atos que o próprio Estado inflou para justificar uma repressão desproporcional.”

Para o PCO, STF se comporta como um tribunal fascista

De acordo com o PCO, a Justiça brasileira prendeu pessoas sem oferecer um processo transparente, cerceia os advogados e faz julgamentos apressados, o que replica os métodos característicos de ditaduras fascistas. “Como, então, opor-se à anistia em nome da ‘democracia’, se a própria repressão aos presos de hoje ecoa as ilegalidades do passado?”

A publicação da sigla conclui que a defesa dos direitos democráticos não deve jamais ter preferência ideológica. “Ela exige que as ilegalidades sejam reparadas, independentemente de quem as sofreu.”

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7 comentários
  1. Renato
    Renato

    Curioso termos comunistas assinando a Revista Oeste. Está no lugar errado. Esse imbecil certamente não viveu como eu o regime militar e aprendeu com professores comunistas que NÃO houve comunistas em 64 querendo implantar a ditadura do proletariado no Brasil. Também NAO houve terroristas. NÃO houve assaltantes de bancos. NÃO houve seqüestradores de embaixador. NÃO houve assassinos de militares. Toda essa corja teve SANGUE nas mãos e FORAM ANISTIADOS. Agora que pinta com batom uma estátua que foi limpa com água aí TEM DE PEGAR 17 ANOS DE CADEIA. Vcs são uns IMBECÍS e CANALHAS.

  2. Felipe Albuquerque
    Felipe Albuquerque

    Extremistas de esquerda se aliando com extremistas de direita na defesa de bandidos.. Nada novo..

    1. Luiz Claudio Nunes
      Luiz Claudio Nunes

      Eu acredito que esse embate de direita e esquerda deveria ser contido, mas quando eu vejo uma postagem dessa onde é comparado terroristas extremistas de esquerda que sequestraram, roubaram e mataram querendo implantar uma ditadura do proletariado com os terroristas de extrema direita que o crime foi escrever na estátua “perdeu mané”, eu vejo, que se tudo der certo, nós estamos roubados !!!!!!

    2. Luiz Claudio Nunes
      Luiz Claudio Nunes

      Eu acredito que esse embate de direita e esquerda deveria ser contido, mas quando eu vejo uma postagem dessa onde é comparado terroristas extremistas de esquerda que sequestraram, roubaram e mataram querendo implantar uma ditadura do proletariado com os terroristas de extrema direita que o crime foi escrever na estátua “perdeu mané”, eu vejo, que se tudo der certo, nós estamos roubados !!!!!!

    3. Inteligencia Artificial
      Inteligencia Artificial

      Todos esses eram extremistas lutando contra a tua idelogia.
      O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
      “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
      • 20 milhões na União Soviética
      • 65 milhões na República Popular da China
      • 1 milhão no Vietname
      • 2 milhões na Coreia do Norte
      • 2 milhões no Camboja
      • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
      • 150 mil na América Latina
      • 1,7 milhões na África
      • 1,5 milhões no Afeganistão
      • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

      Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

      Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

      A grande fome de Mao
      por Frank Dikötter (Autor)

      ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
      Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.

      Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

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