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Política

Paulinho da Força formaliza pré-candidatura ao Senado com apoio de Motta

Durante sua festa de aniversário de 70 anos, em São Paulo, o parlamentar afirmou que não recua 'diante de desafios'

dosimetria - anistia - Câmara paulinho da força
O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A formalização da pré-candidatura de Paulinho da Força (Solidariedade-SP) ao Senado Federal por São Paulo ocorreu no sábado 24, durante sua festa de aniversário de 70 anos, em São Paulo. No entanto, o deputado não obteve respaldo nem do presidente Lula (PT) nem do grupo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), conforme divulgou O Globo.

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Em discurso no evento, Paulinho destacou sua disposição para enfrentar novos desafios. “Nunca fui de recuar diante de desafios”, afirmou. “Sempre enfrentei os momentos difíceis de cabeça erguida, com coragem e responsabilidade. O Senado é mais um desses desafios, e estou pronto para representar São Paulo com firmeza, diálogo e compromisso com o Brasil.”

Trajetória de Paulinho da Força e contexto político

Com trajetória marcada pela atuação na Força Sindical e cinco mandatos como deputado federal, Paulinho assumiu a cadeira atual como suplente, depois da cassação do ex-deputado Marcelo Lima, em 2023, por causa de infidelidade partidária. Na eleição anterior, ele não conseguiu se eleger de forma direta.

O principal apoio recebido foi do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta declarou que Paulinho “deixará muitas saudades”, mas que continuarão “vizinhos e trabalhando juntos”. Outros nomes de destaque presentes foram Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, e Valdemar Costa Neto, líder do PL. Ambos, porém, são ligados ao grupo de Tarcísio.

A base do governador paulista pretende lançar dois nomes ao Senado, incluindo Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança Pública, atualmente deputado federal. A outra vaga pode ser destinada a partidos aliados, como PL, PSD ou MDB, conforme as negociações eleitorais deste ano.

Atuação recente e histórico judicial

Recentemente, Paulinho ganhou projeção ao ser designado por Motta como relator do projeto de anistia, que acabou modificado para tratar apenas da dosimetria das penas. A matéria foi aprovada no Congresso, mas vetada por Lula.

Em 2020, Paulinho foi sentenciado a dez anos de prisão pela 1ª Turma do STF, acusado de desvio em contratos com o BNDES. Três anos depois, a Corte reverteu a condenação, alegando insuficiência de provas.

Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Povo brasileiro não elejam este sindicalista analógico, comunista, capaz se sujeitar ao STF. Ele apenas quer o poder e as benesses do Congresso. Fora dinossauro.😜

  2. Antonio Saggese Netto
    Antonio Saggese Netto

    O ideal seria darmos à esse patife ZERO VOTOS, por sua hipocrisia.

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