publicidade
Política

Para Toffoli, impulsos racistas motivaram proibição de drogas

Ministro também ressaltou a autoridade da Corte para julgar o tema

toffoli
O ministro Dias Toffoli, do STF, durante sessão na Corte — 9/8/2023 | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse, nesta quinta-feira, 20, que a proibição das drogas foi motivada pela combinação de preocupações de saúde pública, mas com impulsos moralistas e racistas, para controlar certos grupos sociais.

Toffoli deu a declaração durante o julgamento que trata da descriminalização do porte de maconha para uso pessoal.

Receba nossas atualizações

Para sustentar sua fala, o juiz do STF citou proibições anteriores legisladas na época da escravatura, como samba, capoeira e candomblé.

Toffoli ressalta a autoridade do STF

stf
Sessão de abertura dos trabalhos do Judiciário — 01/02/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

Ainda durante a sessão, Toffoli afirmou que o STF tem legitimidade e autoridade popular.

“Se somados os votos dos presidentes da República que receberam, e foram eleitos, aos votos dos senadores que nos aprovaram, todos aqui estamos legitimados em cerca de 100 milhões de votos”, disse Toffoli, durante o julgamento que trata da descriminalização do porte da maconha para uso pessoal. “Então, não há que se falar que aqui não há legitimidade popular.”

Conforme o juiz do STF, a “voz da sociedade se faz presente” no tribunal. “Aqui, temos pessoas indicadas por presidentes da República de direita, de esquerda, de centro, de centro-direita e de centro-esquerda”, observou Toffoli. “E fomos todos aprovados pelo Senado.”

Ainda de acordo com Toffoli, a Corte “tem autoridade popular com base na Constituição e na nossa indicação”. Toffoli é um dos que ainda precisam votar no julgamento que pode descriminalizar o porte da maconha para uso pessoal. A Corte debate também fixar a quantidade de entorpecente que diferencie uma pessoa de traficante e usuário.

Leia também: “As soberbas lições de Sobral Pinto”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 73 da Revista Oeste

4 comentários
  1. Christian
    Christian

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    SE ACHA UM SEMIDEUS…
    Como pode ser tão ridículo ?

  2. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Coitado , 100 milhões de votos?…. Ele já sabe o que os brasileiros pensam deles

  3. Serafim Dos A. Castro Neto
    Serafim Dos A. Castro Neto

    Ele fica procurando a curvatura do quadrado e dá nisso. O cara nunca passou na prova de juíz. Eu fico imaginando as redações q ele fazia na aula de português. Com esse liberação do porte de pequena quantidade (e por óbvio do consumo), mais a frente eles terão de punir quem discrimina maconheiro. Vejam q nos EUA é fácil perceber quando uma pessoa é fumante regular. Ela exala aquele cheiro horrendo de maconha por todo lado onde anda. As outras pessoas se afastam, pois não conseguem suportar aquele ambiente e ar carregado da dita cuja. O racismo da maconha será isso. E a esquerda já está se preparando para atuar nessa causa bem “nobre”.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.