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Política

Os planos dos presidenciáveis do PSD

Eduardo Leite, Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado revelaram quais seriam as suas primeiras medidas à frente da Presidência da República

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Da esquerda para a direita: Eduardo Leite, Ronaldo Caiado e Ratinho Júnior; dos três filiados ao PSD, um será candidato a presidente do Brasil em 2026 | Foto: Reprodução/Instagram

Os governadores e pré-candidatos à Presidência pelo PSD, Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho Júnior (Paraná) e Ronaldo Caiado (Goiás), anunciaram em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, quais serão as primeiras medidas caso um deles chegue ao Palácio do Planalto. O programa foi ao ar na noite deste domingo, 15.

Leite prometeu que vai propor o fim da reeleição para cargos no Executivo como primeiro gesto na Presidência. Segundo ele, isso será uma medida para pacificar o país visando a construir um “ambiente de mínimo respeito e convergência”. “Não tenho ambição de conseguir fazer com que os brasileiros pensem da mesma forma”, disse. “Eu não quero que os brasileiros se unam no mesmo pensamento político, e sim no mesmo propósito.”

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“Eu, para poder criar um melhor ambiente, mandaria imediatamente no início do governo uma emenda para acabar com a reeleição do presidente da República” prosseguiu o governador gaúcho. “Ajudem-me a fazer as transformações que o país precisa. Não olhem para mim como um obstáculo para a próxima eleição.”

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Crítico da centralização do governo federal em decisões vindas de Brasília, Ratinho Júnior afirmou que iria encaminhar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que delegaria a Estados, não à União, o direito de legislar sobre crimes contra a vida.

“Defendo a descentralização do Brasil”, afirmou o governador do Paraná. “Um grande erro do Brasil, não só na segurança, mas em diversas áreas, é a centralização do poder de Brasília.”

Pensamento do mais recente filiado ao PSD

Já Caiado, que assinou sua ficha de filiação ao PSD neste fim de semana, afirmou que a primeira decisão dele seria enviar ao Congresso uma PEC que reconhece o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, tal como defendida pelos Estados Unidos. O governador de Goiás também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ser contra a medida. Nesse sentido, chamou o petista de “embaixador de facções”.

“Essas facções se apoderaram de tal maneira das estruturas de poder e do nível de serem hoje inatingíveis e inatacadas”, avaliou Caiado. “Que a maioria dos governantes pensam: ‘Eu vou mexer com isso? Vou sair do governo e aí vou ficar na mira desse pessoal’. Isso porque um governo federal sendo complacente e conivente com as facções.”

Caiado, por fim, afirmou que anistiará todos os presos e condenados pelos atos do 8 de janeiro de 2023. De acordo com ele, é preciso “deixar essa história para trás”.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

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