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Política

Operação policial conjunta deixa 22 mortos no Rio

Polícia Militar disse que operação se fazia necessária

STF Rio de janeiro
Operação militar no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Pelo menos 22 pessoas morreram e outras sete ficaram feridas na manhã desta terça-feira, 24, na Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, durante operação conjunta do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM), da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A PM diz que foi recebida a tiros quando iniciava uma operação emergencial, com o objetivo de prender chefes de uma facção criminosa que estariam escondidos na comunidade. Segundo a polícia, chefes de outras favelas, como Jacarezinho, Mangueira, Providência, Salgueiro e até de Estados do Norte e do Nordeste estariam abrigados na Vila Cruzeiro.

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É a terceira ação policial mais letal na história do Rio, atrás apenas daquela de Jacarezinho (com 28 mortos, em 2021) e a da Vila Operária (com 23, em 1998). A polícia afirmou que a maior parte das vítimas era considerada suspeita.

Conforme a PM, a operação foi feita em caráter emergencial, depois que a polícia detectou que havia uma reunião de chefes do Comando Vermelho na comunidade. “Estamos falando de uma facção criminosa que é responsável por mais de 80% dos confrontos armados do Rio”, disse.

Nota da PM

A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou nota no início da noite dizendo que não considerou exitosa a ação que terminou com 22 mortos na Vila Cruzeiro. Entretanto, afirmou que a ação “se fazia necessária”, tendo em vista disputas de traficantes. Leia a íntegra:

“A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que não é possível considerar exitosa uma operação com resultado morte, principalmente envolvendo a perda da vida de uma pessoa inocente — a senhora Gabrielle.

No entanto, a operação se fazia necessária tendo em vista as disputas entre grupos criminosos, envolvendo inclusive a facção atuante na Vila Cruzeiro, em diferentes comunidades na cidade do Rio de Janeiro — como foi visto no Morro dos Macacos na última semana. Neste sentido, também devem ser consideradas as informações de inteligência indicando a possibilidade de migrações criminosas em direção à Rocinha.

Cabe ressaltar que a operação foi planejada para realizar prisões, mas o resultado fático no terreno decorre da característica da facção criminosa atuante na região, que opta pela beligerância e confronto armado com uso de armas de guerra, sendo 13 destas apreendidas no decorrer da ação desenvolvida hoje.”

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9 comentários
  1. João Mário
    João Mário

    Eleitora da esquerda desistindo de votar. Assim, Bolsonaro vence por unanimidade ou WO

  2. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Os criminosos de todas as modalidades roubam por quaisquer meios. Cidadão de bem apoia e ajuda a Polícia a combater o crime.

  3. Ione Oliveira Costa
    Ione Oliveira Costa

    Parabéns as nossas polícias,esse trabalho nos dá a esperança que nem tudo está perdido.O crime deve ser combatido sempre,a sociedade de bem agradece!

  4. Julio Cesar Brasileiro Pereira
    Julio Cesar Brasileiro Pereira

    Fachin chora pelos parças abatidos…

  5. TARCISIO HUBERT
    TARCISIO HUBERT

    Concordo com a operação da policia que tem que continuar com operações como esta pra combater traficantes que se escondem nas favelas e ameaçam moradores. Ainda mais depois que um Juiz do STF impediu que a policia suba nos morros.

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