O atual governo brasileiro, sob o pretexto de estabilidade e “pacificação”, tem levado a cabo um projeto de poder que solapa as fundações da República. A insistente investida sobre o arcabouço fiscal, a manutenção de um inchaço ministerial alimentado por critérios puramente políticos em detrimento da meritocracia e a clara priorização de gastos clientelistas em detrimento do saneamento básico e da infraestrutura essencial, demonstram um alarmante descompromisso com o futuro sustentável da nação.
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O preço dessa política, focada na perpetuação do status quo e no financiamento da máquina ideológica, será pago por gerações, na forma de um endividamento insustentável e da paralisia do desenvolvimento.
Ademais, há tolerância e até o incentivo a um discurso que busca reescrever a história recente do país e deslegitimar instituições que, historicamente, se opuseram ao seu projeto hegemônico. Cria-se um ambiente de profunda incerteza jurídica e social.

A República brasileira atual
Ao promover uma política externa baseada em alinhamentos ideológicos arriscados, em detrimento dos interesses comerciais estratégicos do Brasil, e ao permitir que a corrupção volte a pairar sobre estatais e fundos de investimento com uma inquieta familiaridade, o governo não apenas flerta com o autoritarismo. Pavimenta-se o caminho para a irreversibilidade do declínio institucional.
A responsabilidade por esse silencioso desmantelamento recai sobre uma gestão que trocou a governança pela doutrina.
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A verdade é que não vai haver eleição presidencial em 2026 e que com o aplauso da grande “mídia” comprada e o suporte das Frouxas Armadas e do puxadinho do PCC que se tornou a PF teremos um factoide pra justificar a extensão por período indeterminado da imundície que ocupa o palácio do Planalto.