O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou em uma série de publicações no X que o avanço do crime organizado representa o “principal risco ao Brasil, maior até do que o risco fiscal”. As declarações foram feitas na quarta-feira 29 em referência à megaoperação policial no Rio de Janeiro, que deixou mais de cem mortos.
Tarcísio defendeu integração entre os governos e criticou a “ocupação territorial” de facções criminosas. “Não há solução simplista”, escreveu. “Não é mais admissível que cidadãos sejam obrigados a abandonar suas casas ou seus negócios por ordem de criminosos.”
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O governador disse que é necessário fortalecer o controle de fronteiras, combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do crime. “As armas e as drogas comercializadas no país, em sua grande maioria, não são produzidas aqui. Então, como chegaram às comunidades do Rio?”, indagou.
Ele também afirmou que o Estado precisa “retomar seu papel e devolver às pessoas o direito de viver com segurança e dignidade”. Ao encerrar a série de postagens, expressou solidariedade ao governador Cláudio Castro (PL) e às famílias dos policiais mortos.
Tarcísio e outros governadores de direita se unem para apoiar Cláudio Castro

Depois da megaoperação policial contra o Comando Vermelho, que resultou em mais de cem mortes no Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro recebeu o apoio de líderes estaduais de direita.
Eles discutiram estratégias de segurança pública e manifestaram solidariedade diante dos eventos recentes. Os líderes conversaram por videoconferência na manhã desta quarta-feira, 29.
Participaram da conversa Tarcísio de Freitas (São Paulo), Ronaldo Caiado (Goiás), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Jorginho Mello (Santa Catarina).
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O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), foi convidado, mas, por estar em compromisso externo, não compareceu. Segundo sua assessoria informou ao portal UOL, ele se prontificou a enviar tropas.
Ronaldo Caiado propôs auxílio direto ao Rio, colocando forças estaduais de Goiás à disposição para reforçar a segurança, caso Cláudio Castro precise. O governador do Rio descreveu o encontro como um gesto de apoio.
“O assunto foi 100% Rio de Janeiro e lideranças criminosas deles que estão no Estado do RJ”, afirmou Castro a jornalistas. “Eles acreditam que a solução do problema passa pelo Rio de Janeiro.”






































Discordo do governador: o maior risco é o STF, que apoia o tráfico quando diz que não são terroristas.