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Política

Conferência conservadora tem críticas a Soros e a inserção de organismos internacionais nas eleições

O deputado federal Filipe Barros condenou a Fundação Ford; segundo ele, a organização teria destinado R$ 529 milhões ao Brasil de 2020 a 2022

O CPAC Brasil 2024 acontece nos dias 6 e 7 de julho na cidade de Balneário Camburiú (SC)
O CPAC Brasil 2024, que aconteceu nos dias 6 e 7 de julho na cidade de Balneário Camburiú (SC) | Foto: Reprodução/Redes sociais

Durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) Brasil 2024, parlamentares brasileiros criticaram a influência de fundações internacionais nas eleições de 2022. O evento ocorre na cidade de Balneário Camboriú (SC), neste fim de semana, 

O deputado federal Filipe Barros (PL-PR), líder da oposição na Câmara, afirmou que entidades como a Open Society Foundations, de George Soros, interferem na política brasileira. De acordo com ele, essas iniciativas agem por meio de doações a organizações não governamentais (ONGs), que promovem “pautas esquerdistas”.

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“A lei eleitoral proíbe que partidos e candidatos recebam dinheiro de fora do Brasil”, afirmou Barros. “Mas o que os partidos de esquerda ao longo dos últimos anos começaram a fazer para burlar a lei?”

O deputado também destacou que, de 2016 a 2022, a Open Society doou R$ 451,1 milhões para ONGs no Brasil.

Filipe Barros critica fundações na CPAC

Além de criticar George Soros, Barros condenou a Fundação Ford. De acordo com o parlamentar, a instituição internacional teria destinado R$ 529 milhões ao Brasil de 2020 a 2022. 

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“Essas ONGs receberam mais de R$ 500 milhões para interferir na política nacional, inviabilizar o governo Bolsonaro”, reclamou o deputado. “E no final das contas interferir no resultado eleitoral a favor do Lula.”

Durante sua fala, Barros apresentou dados em um telão que reforçaram suas alegações sobre a influência financeira dessas fundações em ONGs brasileiras.

O líder da oposição ainda afirmou que essa interferência foi decisiva para o resultado das urnas em 2022. Segundo Barros, isso teria favorecido o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em seu terceiro mandato.

Barros defendeu que a legislação brasileira precisa ser revista. Ele disse que essa é uma maneira de garantir a soberania do processo eleitoral no país.

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