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Política

Narcoativismo

Operação no Rio reacende o embate entre forças de segurança e a narrativa do ‘genocídio policial’

Vista de carro incinerado por traficantes para tentar impedir o acesso de policiais no Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro - 28/10/2025 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo
Vista de carro incinerado por traficantes para tentar impedir o acesso de policiais no Complexo da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro - 28/10/2025 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo

À imprensa, o camarada Lewandowski informa que o secretário-geral ficou “estarrecido” com o número de mortos na operação policial nos complexos da Penha e do Alemão. Comovente. Afinal, importa saber que o “presidente dos traficantes” (como tem sido chamado nas redes sociais) tem coração. Mas engana-se o leitor se acredita que a comoção teve por objeto os 60 mil cariocas assassinados entre 2010 e 2024 pelo narcoterrorismo, ou os mais de 60 policiais assassinados só neste ano. O estarrecimento do descondenado-em-chefe se limita, como sempre, às baixas do seu eleitorado informal.

Sim, o coração sensível do marido da Janja sangra pelos traficantes. Dias atrás, afinal, o próprio declarara que eles “também são vítimas dos usuários”. É o evangelho lulopetista: “Bem-aventurados os facínoras, porque deles é o reino da impunidade”. Nada mais coerente com a imagem cultuada de pai “dos meninos” (conforme se referiu aos sequestradores de Abílio Diniz, membros da guerrilha marxista MIR chileno, que o descondenado atuou para libertar da prisão).

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Enquanto isso, a operação que neutralizou mais de cem membros do Comando Vermelho, um verdadeiro feito militar, reconhecido e saudado pela população, é tratada pela imprensa e pelo STF como se fosse um crime contra o tal “Estado Democrático de Direito”. Mais um, aliás, tão grave quanto vender algodão-doce ou rezar o terço na Esplanada dos Ministérios.

O que é o narcoativismo

De um lado, a Globo mobiliza seus narcoativistas para emplacar a tese da “chacina” e do “genocídio do povo preto”. De outro, os ministros e o ideologizado Ministério Público falam em “abusos”. O sancionado internacional Alexandre de Moraes, maestro da nossa fanfarra judicial, assume (sempre por vias irregulares) a relatoria da assim chamada ADPF das Favelas, que garantiu aos narcoterroristas do Comando Vermelho uma espécie de habeas corpus perpétuo e cobertura moral ilimitada. Porque, como se sabe, no regime PT-STF, matar bandido é escândalo; ser por eles subjugados é progresso social.

Todos esses movimentos convergem para a pulsão centralizadora do regime. A PEC da Segurança Pública, proposta pelo camarada Lewandowski, pretende concentrar todo o poder de polícia em Brasília. Afinal, nada representa melhor a “democracia” do que um Estado que desarma os cidadãos e restringe os meios de ação de seus protetores imediatos.

Ontem como hoje, a esquerda brasileira vive uma paixão tóxica pelo crime. Esse sentimento a leva a mergulhar no narcoativismo, espécie de romantismo degenerado que idealiza o marginal (transformado em revolucionário) e criminaliza os agentes da lei e da ordem (exceto quando se trata de prender idosos portando a Bíblia). No fundo, o que revolta essa gente não é sequer o sangue dos traficantes, mas o simples fato de ainda haver policiais dispostos a derramá-lo.

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3 comentários
  1. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

    Foi algo muito bom , excelente notícia .
    🇩🇪🇩🇪🇳🇮🇳🇮🇳🇮🇳🇮🇮🇱🇮🇱🇺🇦🇺🇦🇬🇧🇬🇧🇺🇸🇧🇷🇦🇷🇺🇾🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇺🇦🇺🇦🇩🇪🇩🇪🇩🇪🇳🇮🇳🇮🇮🇱🇮🇱

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