Auxiliares do presidente da República têm admitido que ele não deixará de ouvir as redes sociais, apesar de entreveros com ministro

Uma intensa mobilização em apoio ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ajudou de forma decisiva a mantê-lo no cargo. Desde domingo, o presidente Jair Bolsonaro vinha emitindo sinais de que poderia exonerá-lo no início desta semana. Mas Bolsonaro preferiu, por enquanto, manter o auxiliar no cargo.
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Análise da consultoria Bites apontou que, até as 20h30 de ontem, foram registrados 489 mil posts pró-Mandetta, o equivalente a 21% de todos os referentes ao ministro desde 6 de março. No Google, durante um período de quatro horas, o interesse pelo ministro nas consultas realizadas no Brasil era o dobro daquelas relacionadas ao próprio presidente da República.
Por outro lado, o movimento a favor da demissão do ministro tentou uma reação e chegou a criar um conjunto de hashtags contrárias a Mandetta. Contudo, todo o conjunto de hashtags de caráter negativo ao ministro alcançou 81 mil citações no Twitter — quase cinco vezes menos que as favoráveis ao auxiliar de Bolsonaro.
Outro dado que fornece um sinal do movimento pró-Mandetta nas redes é o fato de o artigo do jornal O Globo que dava como certa a exoneração do ministro ter sido o mais compartilhado entre 321 mil textos publicados nos últimos sete dias, incluindo-se mídia tradicional e alternativa.
Durante a crise envolvendo o ministro, auxiliares do presidente afirmaram a Oeste que um dos fatores que poderiam influenciar na manutenção ou exoneração de Mandetta era justamente o comportamento observado nas redes sociais.
Perdeu a oportunidade de fazer uma boa troca no Ministerio Dra Yamaguchi já..
“Pois hão de se arrepender, todos os que apoiaram o ortopedistazinho político. O Nhonho/Botafogo e o Batoré estão estourando champagne francês. Tinha que demitir e colocar a Dra. Yamaguchi no lugar.