O general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional no governo Jair Bolsonaro, passará a contar com acompanhamento psicológico. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mediante solicitação da defesa.
Ao analisar o pedido, Moraes destacou que a legislação assegura “o direito à saúde aos presos”, fundamento utilizado para embasar a decisão. Atualmente, Heleno cumpre prisão domiciliar em caráter humanitário, condição estabelecida no fim de 2025.
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A autorização também levou em conta o estado de saúde do general. Perícia realizada por profissionais indicados pelo STF apontou diagnóstico de estágio inicial de demência, incluindo Alzheimer, o que pesou na avaliação do ministro. As informações são da coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo.

General Heleno foi condenado a 21 anos de prisão
Heleno foi condenado a mais de 21 anos de prisão por participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado, no mesmo processo que também resultou na condenação de réus como Bolsonaro e o general Walter Braga Netto.
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Ainda acredito que todo judiciário ora dessa terá vergonha da sua existência os membros não se relacionarão entre si, um terá vergonha de atuar com o outro a discórdia e desavenças vão imperar tudo que fizerem para corrigir erros do passado não serão suficientes serão seres mortos vivos sequer poderão andar livremente nas ruas não haverá serviçal que os atenda que cumpram suas ordens , morrerão esquecidos rejeitados sem ter onde desfrutar da dinheirama que ganharam.