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Política

Moraes afirma que eleição de Trump não vai afetar sua atuação no STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o empresário Elon Musk, críticos do magistrado, são aliados do republicano

8 de janeiro
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante uma sessão plenária | Foto: Ton Molina/Estadão Contéudo

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos não influenciará sua atuação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Moraes garantiu que a vitória de Trump não alterará sua postura em investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o empresário Elon Musk, ambos críticos do magistrado e aliados do 47º presidente dos Estados Unidos, que vai assumir o cargo em janeiro de 2025.

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Aliados de Bolsonaro, entretanto, acreditam que a ascensão de Trump pode levar o Judiciário brasileiro a rever a inelegibilidade de Bolsonaro. Eles consideram que há um temor de prejudicar as relações com a administração Trump.

STF deve negar pedido de Bolsonaro para ir à posse de Trump

Aparentemente preocupados com a influência de Donald Trump no destino da política brasileira, especialmente em relação a Jair Bolsonaro, líderes de esquerda, como José Dirceu, tentam evitar comparações entre os cenários dos dois países | Foto: Arquivo/Agência Brasil
Bolsonaro e Donald Trump | Foto: Arquivo/Agência Brasil

O STF deve negar o pedido de Bolsonaro para ir à posse de Donald Trump, no dia 20 de janeiro de 2025, nos Estados Unidos. A informação é da CNN Brasil.

O Supremo bloqueou o passaporte do ex-presidente por suposto envolvimento em um golpe de Estado, no fim de 2022. O Poder Judiciário vai manter o documento de Bolsonaro bloqueado enquanto investiga o caso.

Bolsonaro entregou o passaporte por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A Corte julgou necessária a ação para supostamente prevenir a fuga do ex-presidente para fora do país durante as investigações da Polícia Federal.

Moraes afirmou que o “desenrolar dos fatos demonstrou a possibilidade de tentativa de evasão dos investigados”. A PF pretende concluir a investigação ainda em 2024. Depois disso, o caso vai para o procurador-geral da República, Paulo Gonet. O jurista vai decidir se haverá uma denúncia contra Bolsonaro.

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18 comentários
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Como diz o ditado .. a esperança é a ultima que morre…
    Aquela cadeira ao lado do capeta te espera .

  2. Dr. Moreira
    Dr. Moreira

    Parece haver um cenário fictício ou especulativo onde o Ministro Alexandre de Moraes se pronuncia sobre um tema improvável: uma eventual reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e sua relação com as ações judiciais contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Essa hipótese, entretanto, levanta uma série de questões sobre jurisdição, diplomacia e interferência, uma vez que o contexto político de um país, como os EUA, não deveria impactar diretamente as decisões judiciais de outro país, como o Brasil.

    Primeiro, é importante notar que Alexandre de Moraes, como membro do Supremo Tribunal Federal e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, tem a responsabilidade de atuar de forma imparcial e independente de pressões políticas externas, sejam elas nacionais ou internacionais. Suas decisões sobre investigações e processos em que Bolsonaro ou outros ex-membros do governo estejam envolvidos devem estar fundamentadas exclusivamente no cumprimento da lei brasileira e na análise de provas.

    Além disso, o sistema jurídico brasileiro tem um histórico de proteção da soberania e da independência judicial. Decisões judiciais são, em tese, fundamentadas em elementos concretos do processo e não em acontecimentos de outras nações. Embora a política internacional possa gerar discussões e preocupações, é improvável que um fator como a eleição de Donald Trump influencie diretamente uma postura institucional do Judiciário brasileiro.

    Por fim, é válido ponderar que qualquer autoridade, incluindo um ministro do STF, deve ter cautela ao se pronunciar publicamente sobre questões políticas internacionais, especialmente as que envolvem suposições.

    1. Amaury G Feitosa
      Amaury G Feitosa

      Quanto mais rezo mais espiritos de porco me aparecem … o que diabos o topetudo Trump pode fazer? A não ser que envie 60 anos depois a V Frota mais uma vez frear o comunismo deste país a nadar em lama, lixo e vergonha … tremei marines ôcêis tão pebados sob fogo dos Gripen
      estalando de novos comprados ais suecos .. o pau vai é torar.

  3. Dr. Moreira
    Dr. Moreira

    Parece haver um cenário fictício ou especulativo onde o Ministro Alexandre de Moraes se pronuncia sobre um tema improvável: uma eventual reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e sua relação com as ações judiciais contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Essa hipótese, entretanto, levanta uma série de questões sobre jurisdição, diplomacia e interferência, uma vez que o contexto político de um país, como os EUA, não deveria impactar diretamente as decisões judiciais de outro país, como o Brasil.

    Primeiro, é importante notar que Alexandre de Moraes, como membro do Supremo Tribunal Federal e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, tem a responsabilidade de atuar de forma imparcial e independente de pressões políticas externas, sejam elas nacionais ou internacionais. Suas decisões sobre investigações e processos em que Bolsonaro ou outros ex-membros do governo estejam envolvidos devem estar fundamentadas exclusivamente no cumprimento da lei brasileira e na análise de provas.

    Além disso, o sistema jurídico brasileiro tem um histórico de proteção da soberania e da independência judicial. Decisões judiciais são, em tese, fundamentadas em elementos concretos do processo e não em acontecimentos de outras nações. Embora a política internacional possa gerar discussões e preocupações, é improvável que um fator como a eleição de Donald Trump influencie diretamente uma postura institucional do Judiciário brasileiro.

    Por fim, é válido ponderar que qualquer autoridade, incluindo um ministro do STF, deve ter cautela ao se pronunciar publicamente sobre questões políticas internacionais, especialmente as que envolvem suposições.

  4. Dr. Moreira
    Dr. Moreira

    O Min. Alexandre, deveria ser mais contido. Há informações oficiais de manifestação do futuro Governo dos USA, abordando tal assunto? Ora, não há. Isso demonstra que o magistrado “acusou o golpe”. Porque será,será porque?

    1. Amaury G Feitosa
      Amaury G Feitosa

      Moreira … expliquei acima … vá ver o dr Xande tem receio do TRAMPO mandar, de novo, a V Frota invadir o país de Macunaíma doido prá brigar c’os ianques … esta briga prEmete.

  5. Fernando MB
    Fernando MB

    Ninguém precisa atuar contra Morais. Basta verificar os bens que se encontram nos EUA, de quem mantém ele no poder. Isso já faz o resultado acontecer

  6. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Esse cara vem agindo dessa maneira por ter o rabo preso, com certeza está coagido, não tem outra explicação lógica, o Daniel deve saber disso com detalhes.

  7. Paulo Dultra
    Paulo Dultra

    Nem que você quisesse poderia recuar, você já é carta fora do baralho do sistema, sua queda já está decretada é só uma questão de tempo. Vai perder a toga e a liberdade!

  8. Paulo Dultra
    Paulo Dultra

    Nem que você quisesse poderia recuar, você já é carta fora do baralho do sistema, sua queda já está decretada é só uma questão de tempo. Vai perder a toga e a liberdade!

  9. MNJM
    MNJM

    Continuará a sua perseguição política, rasgando a Constituição, sendo o ditador sanguinário que já levou um cidadão à morte.

  10. Teo Ferreira Radialista
    Teo Ferreira Radialista

    Meu sonho é ver esse careca desgraçado na cadeia. Esse cara é horrível!!

  11. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    Claro que continuará a ser o que a maioria pensa o ditador cruel que pouco se importa em cometer ilegalidads quiçá crimes contra os manés por ele vitimados sem que nada se faça para corrigir isto, penso que isto acabará muito mal pois a ditadura comuno-nazu-fascusta em claro curso massacra quem ousa a eles se opor como é sagrado direito do cidadão … a história se repete nas tragédias e os que hoje humilham a nação podem pagar por seus crimes que exceto dentro da lei.

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