O posicionamento do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, sobre a exclusão da JBS da lista suja do trabalho escravo reacende debates sobre os critérios e os impactos dessa decisão.
Marinho justificou a medida argumentando que a auditoria do Ministério apresentava fragilidades que poderiam ser contestadas judicialmente, destacando que seguiu orientação técnica e jurídica.
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Segundo o ministro, o episódio abriu espaço para iniciar conversas com a JBS sobre um processo de desterceirização, o que, segundo ele, traria avanços para trabalhadores e segurança jurídica.
“Será um grande ganho para o conjunto de trabalhadores e trabalhadoras e para a segurança jurídica”, afirmou Marinho ao jornal Folha de S.Paulo. “Um pacto que eles façam.”
Denúncia e decisão ministerial
A situação ganhou repercussão depois que uma reportagem do Repórter Brasil revelou que, em 2024, auditores do Trabalho identificaram dez pessoas em condições análogas à escravidão em uma empresa contratada pela JBS Aves, no Rio Grande do Sul.
O auto de infração responsabilizava a JBS por não fiscalizar adequadamente a prestadora de serviços terceirizada. Se mantida, a autuação resultaria na inclusão da JBS na lista suja por dois anos.
Marinho assumiu o processo administrativo e, com base em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), anulou o auto de infração, livrando a empresa da penalidade.
O ministro ressaltou que isso não afeta o entendimento sobre responsabilidade solidária de contratantes.
Defesa do ministro e impactos econômicos
Marinho negou que a decisão tenha sido motivada por interesses políticos ou pelo porte da empresa envolvida.
“Se fosse uma empresa pequena, eu trataria do mesmo jeito”, afirmou Marinho. “Se querem explorar (politicamente), paciência.”
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Ele também argumentou que preservar a imagem dos produtos brasileiros no exterior é fundamental.
“Isso dá impacto lá fora”, ressaltou o ministro. “Pode destruir uma empresa. Nós temos que nos preocupar com a qualidade do Brasil lá fora. Você pode jogar uma exportação lá para baixo, a partir de uma imagem de trabalho análogo à escravidão.”
Desdobramentos judiciais e resposta da JBS
O Judiciário chegou a suspender a decisão do ministro, determinando a atualização da lista suja e incluindo três empresas autuadas.
Em nota, a JBS informou que encerrou o contrato e bloqueou a prestadora de serviços assim que tomou conhecimento das denúncias, além de contratar uma auditoria externa para revisar a documentação dos funcionários terceirizados.
Leia também: “Um país em busca de ética”, artigo de Roberto Motta, publicado na Edição 309 da Revista Oeste








































Em se tratando do PT do LULA e Joesley Batista, sabemos no que isso vai dar. “Ex-executivos da Odebrecht envolveram, em delação premiada, o ex-prefeito de São Bernardo e presidente do diretório do PT em São Paulo, Luiz Marinho, em um repasse de 300.000 reais para o terceiro Secretário da Assembleia Legislativa do Estado, Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT), na eleição de 2014. De acordo com os delatores, o montante foi repassado via caixa 2” “Outro delator que integra o pedido para investigar Marinho é Alexandrino de Alencar, que foi diretor de Relações Institucionais da empreiteira. Segundo ele, a Odebrecht tinha “interesses expressivos” na região do ABC Paulista, “principalmente em mobilidade urbana”. O delator disse que fez a doação a Teixeira Ferreira pela “proximidade que tinha com Marinho” “Acusado de receber propina da OAS, Marinho será ministro do Trabalho. Empreiteiro disse que o pagamento de propinas superou os R$20 milhões” Em 2021, a CPI da OAS, que funcionou na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, recomendou o indiciamento de Marinho. No relatório final da CPI, os vereadores concluíram que houve corrupção e enriquecimento ilícito.A decisão da Câmara se embasou no depoimento do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que afirmou ter conhecimento de pagamentos de propina na gestão de Marinho. Pinheiro disse que o valor superou os R$20 milhões” Joesley e Marinho sabem que com uma boa CARGA de JABÁ$, a coisa se resolve facilmente, pois os dois têm bastante expertise no assunto.
Esse é um corrupto velho é barato, aposto que os batistas pagaram no máximo 100 mil reais pra esse merda
O parasita, Luiz Marinho, que não sabe o que é trabalho há muito tempo, está a todo vapor, tentando agradar os trastes de plantão….