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Política

Ministro da Educação quer que Lula 'amplie alianças'

Camilo Santana cita Renan Filho e Helder Barbalho como possíveis nomes para compor chapa do petista em 2026

Ministro da Educação, Camilo Santana, participa de cerimônia de inauguração do campus Eirunepé do IFAM - 31/03/2025
Ministro da Educação, Camilo Santana, participa de cerimônia de inauguração do campus Eirunepé do IFAM - 31/03/2025 | Foto: Luís Fortes/MEC

O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), admitiu a possibilidade de substituição do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, caso seja necessário ampliar o arco de alianças.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Camilo descreveu Alckmin como “extraordinário, correto e leal”, mas afirmou que o país vive forte polarização. “Quanto mais ampliar o arco de alianças, melhor”, disse.

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Ele apontou o MDB como partido mais próximo para compor a chapa e citou o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o governador do Pará, Helder Barbalho, como nomes fortes para a vice. Também mencionou Simone Tebet.

Ministro da Educação sugere diálogo de Lula com MDB e centrão

Camilo defendeu diálogo com partidos do centrão e disse que o espaço de vice pode ser discutido. Recordou que o MDB já integrou chapa petista no passado, com Michel Temer.

Segundo ele, a eleição tende a ser polarizada. Avaliou que nomes ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como Flávio Bolsonaro, têm força eleitoral e que não há espaço para terceira via.

O ministro afirmou que a prioridade é a eleição nacional e que acordos estaduais podem ser discutidos se forem estratégicos para o projeto de reeleição.

Haddad em SP e críticas ao STF

Ministro Fernando Haddad durante café da manhã com jornalistas
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Camilo reiterou a “importância” de uma candidatura de Fernando Haddad em São Paulo, seja ao governo, seja ao Senado. Disse que o projeto político “vai além do desejo pessoal”.

Sobre o caso Banco Master, afirmou que o governo tem atuado para investigar irregularidades e defendeu a criação de código de ética no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele declarou que o STF precisa preservar sua credibilidade e que a discussão sobre ética no Judiciário deve ser aprofundada.

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