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Política

Ministra de Lula quer regular plataformas de streaming no Brasil

Titular do Ministério da Cultura, Margareth Menezes também planeja voltar com a cota de filmes nacionais nos cinemas

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Margareth Menezes, ministra da Cultura do governo Lula | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, quer regulamentar as plataformas de streaming no Brasil. Ela também defende o pagamento de uma “remuneração justa” aos artistas que tenham trabalhos exibidos por esse tipo de empresa.

Conforme a ministra, “ninguém imaginava o tamanho” que teriam as plataformas de streaming quando elas surgiram. “Hoje, é uma indústria”, disse Margareth.

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A ministra também explicou que o “Brasil é um dos países que mais consomem streaming, que mais dá retorno a essas plataformas”. Margareth fez as declarações durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, realizado nesta segunda-feira, 20.

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Segundo a ministra, “é preciso haver regulação” das plataformas para ser definida “uma remuneração justa” aos profissionais. De acordo com ela, isso trata de aspectos como o direito dos trabalhadores do setor cultural e direitos autorais.

“Queremos fazer a justa causa, dar o direito ao autor, a quem constrói a obra”, comentou a ministra. “É uma pauta que não é só do Brasil, é internacional.”

A ministra da Cultura afirmou que a pasta sob seu comando “busca um diálogo” com o setor cultural para “ouvir ideias” de como a regulação pode ser feita.

Além de regulamentar streaming, ministra quer a volta da cota de tela

Margareth declarou que planeja retornar com a “cota de tela” nos cinemas. Trata-se de proposta que obriga empresas exibidoras a incluírem um mínimo de sessões de filmes brasileiros na programação.

Em outubro, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que institui a cota de exibição para produções audiovisuais brasileiras nas salas de cinema do país. A regra perdeu a validade em 2021, mas, agora, aguarda análise e votação no Senado Federal.

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“O espaço reduzido, da cota de tela nos cinemas, fez uma descontinuidade no processo”, disse Margareth. “Quando a cota de tela começou, ela fez uma transformação muito grande no cinema, na indústria brasileira. Nós estamos buscando a reconquista.”

A ministra da Cultura disse que o ministério planeja abrir cinemas em “outros campos e outras telas”, como nas universidades. “Vamos ampliar e abrir esse mercado para o cinema nacional, eu acho que é importantíssimo entender que, em um filme, trabalha muita gente, e não podemos perder isso de vista.”

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6 comentários
  1. Lucas
    Lucas

    É tudo para dificultar a vida do consumidor.
    Certamente se essas plataformas forem reguladas e extorquidas conforme a gentalha canhota quer, as empresas irão simplesmente abandonar o país.
    Então, ficará só a TV aberta e a globo no controle como era nos anos 80 e 90.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Alguém diga a essa estúpida que faça o que ela quiser que quem define tudo isso, no final, é o consumidor. Se essa produção nacional for de boa qualidade, será consumida, com certeza. Se for como aquele filme da Xuxa, vai fracassar, também com certeza. É difícil de entender isso? Enfim, vá procurar o que fazer, como fazer uma fazina em sua casa, por exemplo.

  3. PCC
    PCC

    Regular mídia, cota, etc. Tudo que não presta vem dessa escória.

    1. Arley Abreu Silva
      Arley Abreu Silva

      São ridículos , está senhora não seria nem assistente em qualquer repartição pública , quem dirá ministra

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