A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, aproveitou a cerimônia de reabertura dos trabalhos da Justiça Eleitoral nesta sexta-feira, 1º de agosto, para elogiar a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Cármen Lúcia não mencionou diretamente as sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos a Moraes. Em contrapartida, enalteceu a condução do ministro durante a presidência do TSE, em 2022.
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“Seu papel na história será sempre lembrado, especialmente pela firme atuação em um momento de extrema dificuldade”, disse a magistrada. “Atuou e continua atuando como ministro do Supremo Tribunal Federal, com os rigores da lei, em garantia dos direitos de todos os brasileiros.”
A manifestação ocorreu horas depois que outros ministros do STF também saíram em defesa de Moraes. Os EUA incluíram o magistrado nesta semana na lista de sanções da Lei Magnitsky, direcionada a violadores de direitos humanos.
Segundo o Departamento de Estado dos EUA, as restrições afetam todos os bens ou interesses localizados nos EUA. Além disso, proíbem transações financeiras com cidadãos norte-americanos.
Moraes cita “milicianos” e rejeita possibilidade de recuo diante das sanções
Durante a mesma sessão, Moraes reagiu e chamou de “organização criminosa miliciana” os brasileiros que, segundo ele, supostamente influenciaram Washington D.C. a aplicar as sanções.
“Acham que estão lidando com pessoas da laia deles, acham que estão lidando também com milicianos, mas não estão”, ponderou Moraes. “Estão lidando com ministros da Suprema Corte.”
+ Leia também: “STF recorre a Rodrigo Maia para evitar restrições bancárias a Moraes”
O ministro também rejeitou qualquer possibilidade de recuo diante das medidas externas. “Esse relator vai ignorar as sanções que lhe foram aplicadas e continuar trabalhando como vem fazendo, tanto no Plenário quanto na Primeira Turma”.
Carmem LÚCIFER
Se essa mulher é casada e ter filhos, foi só por causa do dote….Por quê nada levanta ao vê-la nua!
Será lembrado, vampiro brasileiro, como um fdp tão ou igual aos marginais de 5ª categoria, sua vaca!
Bruxa! Carmen Lucia é Bruxa!
Sim, não esqueceremos 2022, mas por motivos diferentes. Um dia, espero que em breve, conheceremos toda a verdade e a verdade nos libertará dos tiranos.
Essa senhora é que chamou toda à população brasileira de tiranos!!!
Sempre será lembrado por ser parcial e perseguir opositores e julgar com o fígado ao invés de seguir leis.
Todos serão lembrados pelo Satanás…
ele pagara pelosd crimes dele no 8ºcirculo do inferno nas 10 malebogias da fraude.
Esse pulha jamais será esquecido. Tivemos ministros medíocres (com a própria Carminha Insignificante) e que irão para o lixo da história. Entretanto, ALEXANDRE jamais será esquecido como o mais vil, mais soberbo, mais pretencioso, mais imbecil, mais calhorda de todos os juízes que estiveram até aqui no Suprema. Jamais havíamos tido um psicopata no STF. Ele até agora foi o primeiro.
Será lembrado como o maior tirano que o Brasil teve. Um déspota satânico, junto com seus demais pares.
Com toda certeza dona Carmem , o papel do Alexandre na história não será esquecido , pode acreditar .
O unico problema será o motivo do não esquecimento.
Bento carneiro tá ansiosa pra conhecer o capeta…
Amanhã ela vai poder ver os 213 milhões de de tiranos na rua…
Demente estúpida.
Todos que estão lutando pelo Brasil, pela liberdade, pela democracia, pelo ressuscitação da Constituição Federal merecem nosso respeito e admiração, eqto isso vamos as ruas, vamos clamar por justiça , pois DEUS é justo e ama a justiça!
Será lembrado sim, como um psicopata que imaginava ser deus. Sim com letra minúscula. Um insignificante com extrema soberba e descaso com a lei. Alguém precisava por um cabresto nesse ser abjeto.
E para aqueles que o aplaudem, o mesmo acessório.
Será lembrado como o Caligula brasileiro. Pelo dia em que a lei morreu!
Esses “magnânimos senhores ministros” acham que são o quê????? Melhor caírem na real.
Vocês serão lembrados, certamente.
Por suas vítimas, familiares e compatriotas.
Seu colega será lembrado em livros de História do Brasil, no rol dos traidores da Pátria, como Joaquim Silvério dos Reis.
Minha “minasgerais” também produz dejetos. Mas a magnânima está certa: a historia nunca esquece: de Judas a Calabar.
A laia mostra o dedo médio quando recebe demonstração de descontentamento?
Vixi!