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Política

Ministério da Justiça deve manter agenda de mudanças no governo Lula

Substituições estratégicas ocorrem conforme decisões do ministro Wellington César Lima e Silva, indicado ao cargo depois da saída de Lewandowski

Luiz Inácio Lula da Silva empossa Wellington César Lima e Silva como ministro da Justiça | Foto: Ricardo Stuckert / PR
Luiz Inácio Lula da Silva empossa Wellington César Lima e Silva como ministro da Justiça | Foto: Ricardo Stuckert / PR

Alterações continuam movimentando o Ministério da Justiça e Segurança Pública do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que terá novas substituições em postos estratégicos. Elas ocorrem conforme decisões do ministro Wellington César Lima e Silva, indicado pelo petista depois da saída de Ricardo Lewandowski.

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Na Secretaria de Assuntos Legislativos, Marivaldo Pereira está de saída, pois pretende concorrer ao cargo de deputado federal nas eleições deste ano. Ele será transferido para a Assessoria Especial, segundo informações do ministério.

Até agora, o principal nome cotado para assumir a secretaria é o do professor Paulo Modesto, segundo informação do jornal O Globo. Apesar disso, a nomeação ainda não teve confirmação oficial.

O pedido de demissão de Lewandowski a Lula

usp portaria O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski | Foto: Roque de Sá/Agência Senado
O ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski | Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski entregou sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no começo de janeiro. A gestão petista esperava a saída antes da entrega do documento.

Lewandowski ocupava a chefia da pasta desde fevereiro do ano passado, período em que passou a comandar áreas centrais da segurança pública federal. A estrutura do ministério reúne órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional.

Leia também: “Um Executivo sem rumo”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 306 da Revista Oeste

No documento, o ministro afirmou que decidiu deixar o cargo por razões de caráter pessoal e familiar, com efeitos a partir do dia 9 de janeiro de 2026. Ele declarou ter exercido as atribuições da função com zelo e dignidade e disse que exigiu de sua equipe o melhor desempenho possível, mesmo diante de limitações políticas, conjunturais e orçamentárias.

Ainda na carta, Lewandowski afirmou que considerou um “privilégio” continuar servindo ao país depois da aposentadoria no Supremo Tribunal Federal (STF).

1 comentário
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    BOM …SOBRE MUDANÇAS O LEVANDOWSKY É PERITO… DEVE SEGUIR A MESMA RÉGUA !

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