O Movimento Brasil Livre (MBL) convocou uma nova manifestação em frente à sede do Banco Master, em São Paulo, para a próxima sexta-feira, 30. O ato tem como objetivo pressionar por responsabilização no escândalo que envolve a instituição financeira, liquidada judicialmente pelo Banco Central, e ocorre em um momento de intensificação das disputas internas entre diferentes correntes conservadoras brasileiras.
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Esta será a segunda mobilização do MBL em frente à sede do banco em São Paulo em pouco mais de uma semana. Na noite da última quinta-feira, 22, o grupo realizou um protesto, que reuniu cerca de 2 mil pessoas no local, segundo o coordenador do movimento, Renan Santos.
A manifestação marcou a retomada das convocações de rua do MBL, que não organizava atos desse tipo desde 2021. Participaram pessoas de diferentes posições políticas contra o escândalo do Banco Master. O protesto ocorreu sem liderança formal, sem trio elétrico e sem identidade visual definida — formato que o MBL associa às manifestações espontâneas de 2013.
MBL estuda fazer “Bloco do Banco Master”
Além da nova manifestação desta sexta-feira, o MBL estuda levar o tema às ruas durante o Carnaval de São Paulo. A proposta em discussão é a criação de um “Bloco do Banco Master”, que poderia desfilar em pontos simbólicos da capital, como a Avenida Faria Lima, ampliando a visibilidade do protesto em meio às festividades.
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A convocação ocorre em paralelo a outras mobilizações da direita. Recentemente, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) liderou uma caminhada de Paracatu, em Minas Gerais, até Brasília. O objetivo do ato foi defender a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, com destaque para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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O cenário evidencia uma fragmentação no campo conservador, com grupos que adotam estratégias distintas de mobilização e disputam protagonismo político.
Enquanto aliados de Bolsonaro mantêm foco em pautas ligadas ao ex-presidente e aos desdobramentos do 8 de janeiro, o MBL busca se reposicionar com uma agenda centrada em denúncias de corrupção e responsabilização institucional, em um esforço para ampliar sua influência no debate público e eleitoral.





































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