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Política

MBL alcança número de assinaturas para criar o próprio partido

Movimento supera a marca de 500 mil nomes para a criação da sigla Missão

Parlamentar do União Brasil aponta omissão de instituições financeiras em operações com plataformas clandestinas | Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados
Filiado ao União Brasil de São Paulo, o deputado federal Kim Kataguiri é um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) | Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

O Movimento Brasil Livre (MBL) anunciou que superou o número mínimo de 547 mil assinaturas necessárias para formar um novo partido político, a ser chamado Missão. Conforme o grupo, eles já alcançaram o número necessário em nove Estados.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já homologou 107 mil assinaturas.

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O MBL planeja enviar as assinaturas restantes nos próximos dias e espera que o partido esteja oficialmente ativo até novembro, quando ocorrerá o congresso nacional do movimento.

O grupo mantém a coleta de assinaturas para evitar problemas com o TSE. O órgão pode descartar algumas por falhas ou duplicidades.

MBL coleta mais de 500 mil assinaturas em tempo recorde

“Esses 547 mil apoiamentos coletados pela Missão em tempo recorde representam a força política e a capacidade estratégica e técnica do único grupo capaz de trazer uma nova esperança para a direita”, afirmou Renan Santos, coordenador nacional do MBL.

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Desde novembro do ano passado, o MBL contratou coletores para obter as assinaturas no prazo máximo de dois anos.

O principal financiamento para essa coleta vem das vendas do Livro Amarelo, lançado em maio. A obra compila o programa político-ideológico do grupo.

Alianças políticas e desistência de candidatura

Fundado em 2014, o MBL tem se aliado a diferentes partidos, como o Patriota e o União Brasil, com relações frequentemente tensas.

No início de agosto, o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP), membro do MBL, anunciou que desistiria de sua candidatura em razão da adesão de sua legenda à campanha de reeleição do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). O parlamentar é um dos coordenadores nacionais do movimento.

“Montemos nosso partido”, escreveu Renan Santos em suas redes sociais. “Não falta muito. Doe para o Missão, colete assinaturas. Só assim nunca mais passaremos por isso.”

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2 comentários
  1. David S
    David S

    No nosso país, a criação de partidos políticos, virou esculhambação e mercadorias.
    Nós somos culpados por eleger estas bestas…..

  2. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    Outro estrume, traído pela própria quadrilha! Não aprendeu o básico com ladrões? Não há fidelidade no mundo do crime! Viu o 9 dedos e picolé de chuchu? Sorria, você é um nove fora: nada!

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