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Política

Marinho, sobre campanha de Flávio: 'Vai mostrar quem é o PT'

Segundo o senador e coordenador de disputa eleitoral, 'é fundamental que a população conheça o contexto do Brasil em anos de petismo'

À esquerda, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); à direita, o senador Rogério Marinho (PL-RN)
À esquerda, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); à direita, o senador Rogério Marinho (PL-RN) | Fotos: Reprodução/Wikimedia Commons

As estratégias da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a Presidência devem centralizar críticas ao Partido dos Trabalhadores, sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante as eleições deste ano.

O coordenador de campanha e colega de Senado, Rogério Marinho (PL-RN), ressaltou que “o povo tem o direito de saber o que é o PT”. Ele destacou a importância de informar eleitores mais jovens sobre o histórico do partido.

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Marinho observou que, desde 2002, o Brasil passou por quase 20 anos sob governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, tal período resultou em oportunidades perdidas para o país.

Para o senador, é fundamental que a população, especialmente quem está começando a carreira profissional, conheça esse contexto. “Veja quantas oportunidades perdidas, né?”, afirmou Marinho.

Preparação e postura de Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, discursando durante o Fórum da Liberdade 2026 em Porto Alegre | Vini Dalla Rosa/ Divulgação
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, discursando durante o Fórum da Liberdade 2026 em Porto Alegre | Vini Dalla Rosa/ Divulgação

O coordenador elogiou a postura de Flávio Bolsonaro ao dizer que o pré-candidato “tem os pés no chão” e entende que o processo eleitoral é longo. Marinho explicou que, há quase seis meses para as eleições e cerca de três meses para as convenções, o colega senador tem viajado pelo país para se apresentar ao eleitorado.

De acordo com o coordenador, especialistas trabalham para elaborar um plano de governo alinhado às demandas nacionais. Ele destacou que o Brasil atravessa uma grave crise moral e fiscal e que o candidato do PL busca subsídios para debater soluções.

“Um país que enfrenta uma grave crise moral e fiscal, que está paralisado…”, avaliou Marinho. “E o Flávio tem tido a sensibilidade de buscar subsídios para fazer discussão.”

Sobre a escolha do vice na chapa, Marinho afirmou que o processo não é considerado urgente, já que o prazo se estende até o início das convenções partidárias, previstas para o dia 20 de julho. O senador explicou que o vice deve agregar valor à candidatura e transmitir equilíbrio à chapa.

Leia também: “O time da direita”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 317 da Revista Oeste

“É alguém que permitirá que a população entenda que há uma chapa plural, que representa o conjunto maior da sociedade brasileira”, concluiu Marinho.

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