Depois da divulgação de áudios relacionados ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela coordenação da pré-campanha presidencial, buscou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando providências quanto ao que classificou como “vazamento seletivo” que envolveu o Banco Master.
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As informações, publicadas pelo site The Intercept Brasil, mostram que Flávio Bolsonaro teria pedido R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, para viabilizar o longa-metragem “Dark Horse”. O senador confirmou o pedido, mas negou qualquer irregularidade no processo.
Reação e defesa da pré-campanha
Em entrevista concedida à CNN Brasil, Marinho relatou o contato com Mendonça. “Procurei ontem, 14, o ministro relator, André Mendonça, e pedi que ele observasse essa situação”, declarou. “Nós queremos que haja esclarecimento, investigação, mas não seletividade e direcionamento.”
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O senador explicou que Flávio esteve envolvido na busca por investidores para o filme, e justificou que o nome de Vorcaro permaneceu em sigilo até então por causa de cláusulas de confidencialidade estabelecidas no contrato.
Marinho rechaçou as críticas sobre um laço próximo entre Flávio e o banqueiro, e afirmou que a interação entre ambos se restringiu ao financiamento da produção cinematográfica.
Ele ainda argumentou que Vorcaro mantinha investimentos em múltiplos setores e relações comerciais com grandes veículos de comunicação e outros políticos, o que tornava inviável prever possíveis problemas judiciais do empresário naquele momento.
Repercussão política
Apesar da repercussão, Marinho afastou a possibilidade de que Flávio seja substituído na disputa presidencial, descartou nomes como Michelle Bolsonaro (PL) para a vaga, e ressaltou que essa hipótese não é considerada pelo comando do partido.
“Evidentemente, ele conta com a nossa confiança, será o nosso candidato e vencerá as eleições”, disse Marinho. “Não há nenhuma especulação por parte do comando do partido, aliás, ninguém especulou isso.”
O coordenador da campanha avaliou que a postura de Flávio ao prestar esclarecimentos públicos revela transparência e garante a continuidade de sua agenda política. Marinho acrescentou que, caso a Justiça comprove origem ilícita nos recursos de Vorcaro, os valores serão devolvidos depois da comercialização e apuração dos lucros do filme nos Estados Unidos.
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Se esse contrato não for apresentado urgentemente, acabou para o Flávio Bolsonaro e para o Brasil.
A esquerdalha vai usar a máquina para evitar esclarecimentos sobre o fato e criar narrativas para manchar o nome do Flávio Bolsonaro como candidato.