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Política

Marçal pede desculpa a Malafaia por aparição em ato do 7 de Setembro

Empresário e candidato à Prefeitura de São Paulo participou de sabatina da Revista Oeste na manhã desta terça-feira, 10

Pablo Marçal foi o primeiro entrevistado das sabatinas da Revista Oeste | Foto: Reprodução/Revista Oeste
Pablo Marçal foi o primeiro entrevistado das sabatinas da Revista Oeste | Foto: Reprodução/Revista Oeste

O candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) pediu desculpa ao pastor Silas Malafaia pela aparição surpresa na manifestação do dia 7 de Setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo. A declaração foi dada durante a sabatina de Oeste na manhã desta terça-feira, 10.

“O Malafaia, que não gostou, te peço perdão”, disse. “Se eu falasse que iria e não conseguisse chegar a tempo, eu seria um ‘arregão’. Eu fui, […] subiria no caminhão, como combinado, não falaria e não iria nem acenar para o povo, mas eu entendo.”

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“Te peço perdão, Silas, porque você organizou [o evento], tem colocado a sua cara para bater e você sabe o respeito que eu tenho por você”, acrescentou.

O candidato afirmou que demorou para chegar à manifestação porque estava em El Salvador, na América Central.

“O Bolsonaro estava com o povo, e eu deixei bem claro que seria uma surpresa, porque eu estava em El Salvador, fiquei a noite toda voando”, destacou.

“E aí, eu cheguei às 15h, saí correndo dentro do Aeroporto de Guarulhos, peguei um helicóptero, pousei na Paulista, fui correndo cinco quadras e, infelizmente, cheguei com o Bolsonaro falando ‘obrigado’ [no discurso].”

Marçal disse ter sido recebido com carinho por manifestantes

Ainda durante a sabatina, Pablo Marçal se disse assustado com a quantidade de pessoas “fazendo o M” e com bonés em homenagem a ele durante o ato do 7 de Setembro. O candidato aproveitou para parabenizar os empreendedores que venderam esses produtos.

Leia também: “Oeste promove sabatinas com candidatos à Prefeitura de São Paulo”

“Infelizmente não deixaram eu subir no caminhão [onde estava Bolsonaro], e eu não cobrei de ninguém o fato de não ter subido”, disse. “Eu podia ir embora ou ir para os braços do povo. Então, eu subi no guard rail [guarda-corpo, em tradução livre] e não acreditei vendo aquele tanto de gente fazendo o M.”

3 comentários
  1. Adail da Costa Leite Filho
    Adail da Costa Leite Filho

    Pedir desculpas é reconhecer o erro. Perdoar, se não for ato terrorista ou reincidência, é louvável.

  2. Elta Lânia Aparecida Silva
    Elta Lânia Aparecida Silva

    Boa noite. Muito feliz por essa assinatura da Oeste. Há tempos sem assistir entrevistas imparciais. Nunca fui seguidora de Pablo Marçal, mas não podemos negar que ele enfrenta o sistema. Assim como Tarcísio ele é bem contido ao falar do STF. Ele tem razão, para que comprar uma briga agora se isso não o ajudará em nada. Sou eleitora de Bolsonaro, mas acho que a direita precisa se unir, enquanto ela se divide, os extrema esquerdistas se unem para destruir o país.

  3. Marcia Almeida Mendes Oeste
    Marcia Almeida Mendes Oeste

    Pediu desculpa porcaria nenhuma. Deu desculpas e atacou em pele de cordeiro. Isso escorrega pior do que quiabo.

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