O senador Magno Malta (PL-ES) registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal depois de ser acusado de suposta agressão contra uma técnica de enfermagem durante atendimento no Hospital DF Star, em Brasília.
No documento, o parlamentar negou qualquer agressão deliberada e solicitou investigação completa, incluindo a preservação de imagens de câmeras de segurança e oitiva de profissionais que estavam presentes no momento do atendimento.
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Também pediu a requisição do prontuário médico, a realização de exame de corpo de delito e eventual perícia em objetos relacionados ao caso, como óculos que teriam sido danificados.
Relato à Políca Civil
Magno Malta está internado desde quinta-feira 30, depois de sofrer um mal súbito. No hospital, precisou passar por um procedimento de angiotomografia, houve extravasamento de contraste no braço direito, o que provocou dor intensa, hematoma e possível comprometimento vascular.
Durante a sessão que analisa o veto de Lula ao Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, o presidente do Congresso nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), comentou o caso. O senador também negou a informação de que Magno Malta teria sofrido um infarto.
“Em razão do quadro clínico, da dor aguda e do uso de medicação, o comunicante apresentou reação compatível com o sofrimento físico experimentado, sem, contudo, praticar qualquer ato de agressão física contra profissionais de saúde”, informou o senador no boletim de ocorrência. “O comunicante relata que foi surpreendido com o registro de ocorrência policial em seu desfavor, no qual lhe foi imputada a prática de agressão física contra técnica de enfermagem, fato que não corresponde à realidade.”
Ainda no documento, o parlamentar sustentou que não houve conduta intencional: “Esclarece que não houve qualquer conduta dolosa ou agressão deliberada, sendo eventual reação decorrente exclusivamente do estado de dor intensa no momento da intercorrência médica.”
Renúncia ao mandato
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Malta afirmou que as acusações não correspondem à realidade e elevou o tom da defesa: “O que aconteceu foi absolutamente alguma coisa armada, programada, numa tentativa de destruir reputação”.
“Depois de tudo o que aconteceu, com a derrota do (Jorge) Messias e com a dosimetria, essa percepção, para mim, nada mais é do que uma guerra espiritual”, disse. “Mas eu quero afirmar para vocês que essa mentira é tão deslavada, tão irresponsável, que eu vou ser ainda mais firme: se encontrarem algum vídeo meu batendo no rosto da enfermeira, quebrando o óculos dela, eu renuncio ao meu mandato.”
O senador afirmou que “nunca” tocou a mão em “ninguém”: “A minha vida foi defender crianças, defender mulheres, uma vida de luta e de respeito”.
“Eu vou renunciar ao meu mandato de vergonha, vou enfiar minha cara no chão, com vergonha das minhas filhas e das minhas netas, porque eu não sou homem disso e jamais fiz isso de que estou sendo acusado”, declarou. “Essa é uma calúnia deslavada. Se aparecer essa imagem, eu garanto a vocês: eu renuncio ao meu mandato.”
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Me fez lembrar de uma internação onde estive na UTI com um catéter mal colocado e que retirei em ato expontâneo pela madrugada pelo incomodo que causava. A enfermeira chefe quando descobriu ficou maluca comigo dizendo que eu poderia fazê-la ser destituída pelo meu ato. Até onde as rotinas hospitalares tem poder sobre os pacientes?
Fez muito bem ! Inclusive a roupa q ela vestia na ocasiâo , não era de tecnica de enfermagem ! Surgiu… Essa prática de contraste no exame de imagem , muito controvertido ! Sigamos para um bom termo . Oficial de justiça surgiu do nada no leito do Bolsonaro …