A proximidade do segundo ano completo dos atos do 8 de janeiro motiva o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a planejar um evento no Palácio do Planalto, para tal data de 2026. O petista pretende transformar o veto ao PL da Dosimetria, das penas dos condenados relacionados à manifestação, em um gesto político.
Segundo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, o ato contará com a presença de ministros de Estado. Além disso, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB); do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); e do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, devem aparecer no local.
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Wagner explicou, em entrevista à Rádio Metrópole da Bahia, que “dia 8 de janeiro o presidente Lula vai fazer um ato para que a gente não deixe passar a lembrança daquele dia triste que foram afrontar a democracia”. “E não sei que dia que ele vai assinar o veto, mas ele vai assinar o veto daqui até o dia 8 de janeiro”, informou o senador.
Veto de Lula como gesto político

Lula já antecipou sua intenção de vetar o texto, que propõe redução de penas para envolvidos na trama do suposto golpe. A medida poderia beneficiar também o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF. O presidente também recomendou que todos os ministros permaneçam em Brasília em 8 de janeiro para participar do evento simbólico.
Durante encontro com jornalistas na quinta-feira 18, Lula reiterou a necessidade de punição aos envolvidos nos atos de 2023 e ressaltou que a decisão sobre o veto ocorrerá depois da tramitação penal. O projeto, aprovado no Congresso, aguarda a sanção ou veto presidencial, sendo que Lula tem 15 dias para deliberar a partir desta segunda-feira, 22.
“As pessoas que cometeram crime contra a democracia brasileira terão de pagar pelos atos cometidos contra o país”, afirmou Lula. “Com todo o respeito que eu tenho pelo Congresso Nacional, quando chegar na minha mesa, eu vetarei. Isso não é segredo para ninguém. Ainda não chegamos no fim do processo, precisamos saber quem são os financiadores.”
Na última reunião ministerial de 2025, Lula reforçou a importância da presença dos ministros em Brasília na data do ato. “Cada ministro aqui tem que saber que dia 8 de janeiro a gente vai ter o ato simbólico contra o 8 de janeiro aqui em Brasília”, disse.
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“Portanto, os ministros que querem tirar férias, tirem férias, mas estejam no dia 8 aqui. Porque não adianta o presidente convocar e os ministros não vierem. Eles querem que o 8 de janeiro caia no esquecimento, e nós queremos que a sociedade não se esqueça nunca que um dia este país teve alguém que não soube perder a eleição e resolveu pela forma mais cretina continuar governando este país.”
Dua 08/01, o dia da mentira. O dia da impostura!
CERTAMENTE ESTARÃO PRESENTES O FREI CHICO E O FABINHO LUIZ !
OS CANALHAS TAMBÉM ENVELHECEM…
O “tirado da cadeia” não pensa em alguma obra de infraestrutura, Não pensa num grande plano de contenção de gastos. Mas pensa em politicagem. Forçar a militância para fazer um grande comício no dia 8 de janeiro. Para retroalimentar um golpe que não houve. Não foi encontrada nenhuma arma, não houve mortes, o que houve foram inconformados com os abusos do TSE/STF na pessoa de Alexandre de Moraes impondo restrições de campanha a Bolsonaro. Houve o problema de 290 mil urnas com problemas e não foi dado nenhum satisfação. Os manifestantes do 8 de janeiro estavam com seu direito do art. 5º da Constituição. Quanto aos depredadores, por que sumiram as imagens das câmeras para identificá-los? Quem abriu as portas para que entrassem antes da vinda dos manifestantes? Quem os financiou? Tudo estrategicamente montado. E temos hoje centenas de inocentes presos? E esse homem esqueceu da grande e ampla anistia que foi concedida a terroristas, homicidas, assaltantes de bancos, sequestradores de embaixadores… tudo com o propósito de implantar aqui um regime parecido ao de Cuba.