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Política

Lula e Lira definem o preço da PEC da Gastança

Aprovada no Senado, proposta prevê a ampliação do teto de gastos em R$ 145 bilhões, por dois anos

lula governo
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (à esq), recebe o presidente eleito Lula (à dir) para tratar de projetos do futuro governo - 9/11/2022 | Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, encontrou-se, neste domingo, 18, com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no hotel em que o petista está hospedado em Brasília. Ambos tentam chegar em um consenso para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Gastança, na terça-feira, 20.

Conforme noticiou a CNN Brasil, inicialmente, os dois conversaram sozinhos, mas depois, ligaram para o deputado Elmar Nascimento (União-BA), relator da proposta na Câmara. Lula quer saber com quantos votos do “centrão” pode contar para aprovar a PEC, por isso conversou com Lira.

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Os deputados petistas avaliam ter 300 votos já confirmados. Contudo, são necessários pelo menos 308 votos, em dois turnos, para a aprovação da matéria, o que revela um cenário apertado. A PEC da Gastança já foi aprovada no Senado e prevê a ampliação do teto de gastos em R$ 145 bilhões, por dois anos.

Com a medida, o governo Lula busca abrir espaço no Orçamento de 2023 para cumprir suas promessas de campanha, como o pagamento do Auxílio Brasil — que ele vai voltar a chamar de Bolsa Família — de R$ 600.

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7 comentários
  1. Pedro Venâncio
    Pedro Venâncio

    Indignação é pouco.

    Aquilo que se chamava República Federativa do Brasil, esqueça, hoje se chama Republiqueta do Pé de Cana. Alusão ao “51” não é mera coincidência.

    O Brasil hoje é vendido a preço de banana por uma corja que se reune vez por outra num boteco de Brasília chamado de congresso nacional (com minúsculas mesmo), onde os reais interesses do país passam longe das tratativas dos frequentadores desse boteco e são negociados por alguns milhares, milhões ou bilhões de reais para o bolso deles na balança do toma-lá-da-cá. Corja nojenta de assaltantes do colarinho branco, cujos membros sabem exaltar e defender a democracia quando lhes convém para encherem o próprio bolso sob o regime ditatorial do Xandanquistão, cujo imperador psicopata manda calar a boca de quem discorda das maracutaias armadas por eles, tudo sob o devido processo legal da facção resguardada pelo braço armado reservado da pf (com minúsculas), com total observância do que der na telha, ou seja, na cabeça do ditador do stf (minúsculas), que certa vez já foi considerada a respeitada Suprema Corte.

    Na cabeça desses assaltantes, democracia é quando eles mandam no povo; e ditadura quando o povo reclama deles.

    Ressalva-se aqui a dignidade de uma fração de verdadeiros parlamentares que trabalham com voz ativa sempre que necessário para o bem geral de todos nós, que infelizmente são uma minoria nesse meio. Todo o nosso respeito a essa minoria, que esperamos que passe a ser maioria na próxima legislatura.

    Hoje em dia, a moral do conluio dessa gentalha do boteco do baixo meretrício de Brasília fede mais e vale menos que o excremento das necessidades fisiológicas de um cachorro vira-lata.

    Certamente esse sentimento resume a indignação do povo brasileiro sobre essa podridão insuportável que se instalou e prospera com o nosso dinheiro através dos impostos que pagamos religiosamente, como verdadeiros trouxas, idiotas, manés da republiqueta das bananas.

    Haja paciência!

    1. Pedro Venâncio
      Pedro Venâncio

      Ops…balança do toma-lá-dá-cá.
      (pena aqui não existe recurso de edição)

    2. Sérgio Augusto Alves Guedes
      Sérgio Augusto Alves Guedes

      Isso ocorre, porque a nossa democracia é mentirosa: se nós temos 513 deputados, +- 31 são eleitos com votos dados, os outros entram de reboque. Que compromisso os do reboque podem ter com os eleitores? Nas próximas eleições acontece a mesma coisa. Nós povo temos que observar este estado de coisa e exigir mudanças.

  2. João José Augusto Mendes
    João José Augusto Mendes

    Acabou de vez este país. Nem congresso e nem FA, todos embarcaram na carreta furacão. Somos um pais de covardes.

  3. Zé Do Pipo
    Zé Do Pipo

    Não está. A pec tem ítens que nem têm valor definido. Se aprovada, o rombo será muito mauor que esse e semprazo determinado.

  4. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Manchete:
    “Lula e Lira definem o preço da PEC da Gastança”.
    Como assim, definir que preço, já não está na própria PEC? Então que preço é esse? Podem nos esclarecer? Quando se juntam dois bandidos, coisa boa não é.

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