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Economia, Política

Lula ameaça reação à taxação do aço pelos EUA

Petista fala em reciprocidade e em enviar denúncia à Organização Mundial do Comércio

“Se tiver alguma atitude com o Brasil, haverá reciprocidade”, afirmou Lula em entrevista | Foto: Planalto/Ricardo Stuckert
“Se tiver alguma atitude com o Brasil, haverá reciprocidade”, afirmou Lula em entrevista | Foto: Planalto/Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira, 14, que o Brasil poderá “reagir comercialmente”, ou apresentar uma denúncia à Organização Mundial do Comércio (OMC), em razão da taxação do aço anunciada pelo governo de Donald Trump.

A declaração é decorrente da decisão do governo dos EUA de aplicar tarifas recíprocas a países que impõem impostos sobre produtos norte-americanos, como é o caso do Brasil.

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“Se taxar o aço brasileiro, nós vamos reagir comercialmente, ou vamos denunciar na Organização Mundial do Comércio, ou vamos taxar os produtos que a gente importa deles”, declarou Lula, em entrevista à Rádio Clube do Pará.

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Lula também comentou sua relação com Donald Trump: “Não tem relacionamento, ainda não conversei com ele.” No entanto, destacou a relevância das relações comerciais entre os países afirmando que o Brasil “considera os EUA um país extremamente importante”.

Segundo Lula, a relação comercial entre Brasil e EUA é “muito igualitária”. “É o único país do mundo que tem superávit com relação ao Brasil”, afirmou. Ainda assim, não descartou medidas de retaliação.

“Ele fala o que quiser, ele é presidente dos EUA”, disse Lula. “Agora, ele não pode fazer o que quiser, porque, se tomar medidas que impactem outros países, sempre haverá uma reação.”

Aço: governos de Trump e Lula aplicam tarifas

Na última segunda-feira, 10, Trump determinou o aumento de 25% nas tarifas sobre a importação de aço e alumínio, alegando a necessidade de “revitalizar a indústria” e “proteger o futuro da manufatura e produção dos EUA”. Do lado de cá, o Brasil já aplica uma política semelhante.

Desde junho de 2024, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) impôs uma tarifa de 25% (mesma taxa da medida de Trump) sobre alguns produtos de aço importados. A medida, que segue em vigor até maio deste ano, incide sobre volumes que ultrapassam cotas pré-estabelecidas pelo governo.

+ Leia também: “União Europeia critica tarifas de Trump e promete resposta firme”

No ano passado, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, explicou que a decisão atendeu a um pedido da indústria siderúrgica nacional e visava a reduzir a ociosidade do setor. Agora, Alckmin fala em “diálogo” com os norte-americanos para evitar um conflito comercial.

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7 comentários
  1. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Ta fingindo raiva pq? se ele continua fazendo lua de mel e montando a casa com a janja? ele não é afetado em nada entao nao tem pq fingir, ele ta é gostando de ver o país afundar entao devia estar mostrando seu sorriso de satisfação!

  2. David S
    David S

    Diante de uma reação desta, o governo americano, Trump, teve que ser medicado às pressa!
    Chá de semancol, é um santo remédio, para os possuidores de estúpidez, nata…..

  3. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Daqui a pouco aparece o lambe-botas do bebum criminoso de nove-dedos, Leo Saraiva, para defender o nove-dedos mitomaníaco.

  4. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O Trump deve estar apavorado com a retaliação do lula. O único recurso que o lula tem para mostrar ao mundo sua indignação com Trump, é arrancar as calças e pular e dançar freneticamente sobre elas, tipo Marilena Chauí, em um vídeo produzido pelo Sidônio.

    1. Paulo Miranda
      Paulo Miranda

      Nossa, que meda desse insignificante bebum criminoso de nove-dedos…

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