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Política

Justiça Eleitoral concede liberdade provisória a ex-presidente do Pros

O político estava detido na Penitenciária da Papuda desde 15 de junho, quando se entregou à Polícia Federal

Eurípedes Júnior é suspeito de desviar recursos do fundo partidário durante as eleições de 2022 | Foto: Reprodução/Redes sociais
Eurípedes Júnior é suspeito de desviar recursos do fundo partidário durante as eleições de 2022 | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Justiça Eleitoral do Distrito Federal concedeu liberdade provisória a Eurípedes Gomes de Macedo Júnior nesta terça-feira, 6. O ex-presidente do Partido Republicano da Ordem Social (Pros) foi preso em junho depois de ser alvo da Operação Fundo do Poço.

Eurípedes é suspeito de participar de uma organização criminosa que teria desviado recursos do fundo partidário durante as eleições de 2022. Na época da operação, ele presidia o partido Solidariedade, cargo que renunciou em 9 de julho.

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O juiz titular da 1ª Zona Eleitoral do DF, Lizandro Garcia Gomes Filho, acatou o pedido da defesa do político e o liberou da prisão preventiva, desde que ele siga certas regras.

Eurípedes deve evitar contato com os demais investigados ou qualquer pessoa envolvida nos fatos, não acessar sedes do partido Solidariedade, não realizar transações bancárias, ficar em casa durante a noite e nos dias de folga, e usar tornozeleira eletrônica.

Detalhes da prisão e denúncias contra ex-presidente do Pros

Eurípedes Júnior, presidente do Solidariedade
Eurípedes Gomes Macedo Júnior, ex-presidente do Solidariedade | Foto: Reprodução/YouTube

O mandado de prisão contra Eurípedes foi expedido em 12 de junho. Depois de três dias foragido, ele se entregou à Polícia Federal em 15 de junho e estava detido na Penitenciária da Papuda desde então.

O Ministério Público Eleitoral, por meio da 1ª Promotoria de Justiça Eleitoral, apresentou denúncia contra Eurípedes e pessoas próximas a ele em junho deste ano, alegando um desvio de aproximadamente R$ 36 milhões.

Segundo a denúncia assinada pelo promotor Paulo Roberto Binicheski, Eurípedes seria o líder da organização criminosa composta de familiares e pessoas de confiança. A defesa de Eurípedes argumentou que não há indícios mínimos de autoria e materialidade dos crimes, assim como os requisitos para mantê-lo preso.

O Ministério Público Eleitoral havia se manifestado pela manutenção da prisão de Eurípedes.

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1 comentário
  1. João Carlos de Souza Carvalho
    João Carlos de Souza Carvalho

    Esse aí é conhecido aqui em Brasília por ser picareta e usar o dinheiro do Fundo para proveito próprio ! Mais um político corrupto liberado pela injustiça brasileira enquanto os inocentes mofam na prisão !

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