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Política

Janja chora e cobra punição a 'responsáveis pela pandemia'

Primeira-dama voltou a associar os efeitos da covid-19 à 'desinformação'

Primeira-dama aproveitou o evento para entrar na recente polêmica envolvendo a marca de detergentes Ypê | Foto: Reprodução/Gov
Primeira-dama aproveitou o evento para entrar na recente polêmica envolvendo a marca de detergentes Ypê | Foto: Reprodução/Gov

A primeira-dama, Janja, chorou ao criticar, nesta segunda-feira, 11, a disseminação de “desinformação” durante a pandemia de covid-19. A mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a responsabilização de pessoas que, segundo ela, teriam contribuído para agravar os efeitos da crise sanitária no Brasil.

Janja deu as declarações durante uma cerimônia no Palácio do Planalto em homenagem às vítimas da covid-19. No evento, Lula sancionou a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, celebrado em 12 de março.

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Durante o evento, Janja afirmou sentir “revolta” ao lembrar das mortes provocadas pela pandemia. A primeira-dama disse que o Brasil “precisa realmente” punir “as pessoas que contribuíram para aquele momento que a gente passou”. “Tenho esperança de que isso aconteça”, declarou.

Janja entra em polêmica do detergente Ypê

A primeira-dama também comentou a recente polêmica envolvendo a Ypê. Janja criticou conteúdos publicados nas redes sociais depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinar o recolhimento de lotes de detergentes da marca por risco de “contaminação microbiológica”. “Até quando a gente vai ver gente bebendo detergente contaminado?”, perguntou. “É muita ignorância.”

Nos últimos dias, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a defender a empresa nas redes sociais, depois de circularem informações de que pessoas ligadas à marca fizeram doações à campanha do ex-presidente em 2022.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram apoiadores esfregando detergente da marca no corpo e, em alguns casos, simulando o consumo do produto. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também entrou no debate ao publicar, no sábado 9, uma imagem exibindo um frasco de detergente da Ypê.

A Anvisa informou que decidiu pelo recolhimento depois de uma análise de risco sanitário. Segundo a agência, inspeções realizadas em conjunto com órgãos estaduais e municipais identificaram falhas no controle de qualidade e nos processos de fabricação, o que pode comprometer as boas práticas de produção e oferecer risco à saúde.

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9 comentários
  1. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Lágrimas de crocodilo duma perdulária em desespero pois o comunista cachaceiro vê derreter seu futuro político. Lágrimas de crocodilo de quem ignora o mal que ela e seu CUpanheiro fazem todos os dias ao país. Lágrimas de crocodilo no momento em que no mundo inteiro se divulga a ineficácia e os perigos das tais vacinas. Canalhas contam com a ignorância e a imbecilidade de parcela expressiva da nossa população.

  2. LEONARDO CAIO SIMIONATO
    LEONARDO CAIO SIMIONATO

    Fez estágio no departamento cênico da Globe….

  3. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Se essa fulana está “revoltada” com a questão da pandemia, poderia começar xingando o “cumpanhero” Xi, que foi quem produziu o vírus. Se o “maridinho” dela fosse o presidente durante a pandemia o número de mortos seria muitas vezes maior. Todos se lembram que foi a esquerda em acordo com o STF quem impediu o presidente de atuar no controle da pandemia passando a responsabilidade para prefeitos e governadores. E o quê muitos desses fizeram, além de se apropriar do dinheiro público fornecido pelo governo federal, foi prender, lacrar lojas, espancar pessoas nos parques, lacrar gôndolas de supermercados, enfim, tocar o terror em todo mundo com o apoio da OMS.

  4. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Dizer o que das coisas que sai da boca de um ladrão e de uma biscate.

  5. Michel Bragion de Oliveira
    Michel Bragion de Oliveira

    Beber cachaça é a especialidade do esposo dessa senhora , mas beber detergente ? Essa foi boa !

  6. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    Sei que não vai dar em nada, mas alguém deveria pedir judicialmente ao Lula e a Janja que explicassem como vacinar 150 milhões de pessoas em 60 ou 90 dias. Teria 150 milhões de vacinas disponíveis no curto prazo? Quanto tempo levou para o governo naquela época conseguir 150 milhões de vacinas? Seria possível uma operação deste tamanho? E agora, está faltando vacinas para gripe e covid. Lula teria condições de vacinar 150 milhões de brasileiros até agosto? Fica a pergunta para a Oeste que também pode não saber responder.

  7. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Depois que o Macron chutou ela , ficou sem rumo e tenta ser alguma a mais do que sempre foi mas não consegue apagar o seu passado kkkk

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