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Política

Infográfico: os números de 11 ministérios irrelevantes e desnecessários

Pastas do governo Lula contam com orçamentos que chegam aos bilhões de reais, destaca reportagem da Edição 299 da Revista Oeste

Governo deve publicar nesta terça-feira, 30, um decreto detalhando quais ministérios serão alvo do congelamento de R$ 15 bilhões no Orçamento | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Vista panorâmica de parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Filho do senador Jader Barbalho (MDB-PA) e irmão do governador do Pará, Hélder Barbalho (MDB), Jader Filho tem posição de destaque na administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde janeiro de 2023, com a volta do petista ao poder, ele tem vez na Esplanada dos Ministérios, com direito a comandar a pasta das Cidades.

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O órgão, pouco presente no noticiário e sem protagonismo no primeiro escalão do Executivo federal, chama a atenção por alguns números. A começar pelo dinheiro envolvido. Conforme o Portal da Transparência, o orçamento da estrutura beira os R$ 20 bilhões. A destacar, além disso, o fato de o ministério contar com aproximadamente 400 servidores ativos.

O Ministério das Cidades não está, contudo, sozinho nos quesitos orçamentos inchados e servidores em excesso. Há ao menos outras dez pastas em situações similares, informam os jornalistas Eliziário Goulart Rocha e Rachel Díaz em matéria publicada na Edição 299 da Revista Oeste.

Infográfico dos ministérios irrelevantes e desnecessários

Confira, a seguir, o infográfico que apresenta dados de 11 ministérios que, conforme Goulart Rocha e Rachel, são irrelevantes e desnecessários.

Diante da destinação de verba bilionária, a matéria se propõe a resumir as atividades do Ministério das Cidades. O conteúdo destaca que, como outras, a pasta havia sido extinta, mas voltou a existir no atual governo petista.

“Ressuscitado em 2023, o ministério tem como carro-chefe o Minha Casa, Minha Vida e programas como o Reforma Casa Brasil e projetos atrelados ao Novo PAC”, informam Rachel e Goulart Rocha. “Os problemas antigos persistem: falhas estruturais em empreendimentos, riscos de formação de guetos e invasões criminosas em condomínios populares. As soluções de infraestrutura continuam lentas e descoordenadas. A pasta produz grandes anúncios, mas entrega resultados insuficientes em políticas que exigem continuidade, fiscalização e planejamento urbano consistente — atributos que o país raramente sustenta.”

A reportagem “Inflado e ineficiente” vai além do infográfico e do resumo dos mais de 30 ministérios. A íntegra do texto está disponível de forma exclusivas aos assinantes de Oeste.

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