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Política

Em coletiva, Haddad não responde se meta de déficit zero será mantida em 2024

Em conversa com jornalistas, Haddad não respondeu a pergunta sobre a manutenção do déficit fiscal zero em 2024

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não respondeu a perguntas sobre a manutenção da meta do déficit fiscal zero em 2024.

Em coletiva realizada nesta segunda-feira, 30, Haddad se limitou a declarar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não está sabotando o país”.

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“Quando falam ‘o presidente está sabotando o país’, não (é isso). O que está acontecendo é que o presidente está constatando os problemas advindos de decisões que precisam ser reformas ou saneadas”, declarou Haddad.

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Para o ministro, “não há por parte do presidente nenhum descompromisso, pelo contrário, se não estivesse preocupado com situação fiscal não estaria pedindo apoio da equipe econômica para orientação do Congresso”.

Arrecadação não está acompanhando o PIB, diz Haddad

Haddad declarou que desde julho a arrecadação federal está sofrendo e não está acompanhando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano.

“A arrecadação vem sofrendo por uma série de fatores. A taxa de juros é uma coisa importante, as empresas estão lucrando menos. Mesmo com manutenção do faturamento das empresas, mas com efeito sobre a rentabilidade, isso afeta a arrecadação”, disse Haddad.

Para poder alcançar um resultado de déficit zero em 2024, o governo deverá contar com um aumento significativo da arrecadação.

Serão necessários pelo menos R$ 168 bilhões em receitas adicionais para não fechar as contas no vermelho.

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O ministro salientou como a Fazenda continua na busca do equilíbrio fiscal, não quis responder se o governo está comprometido com a manutenção da meta de déficit zero para o ano que vem.

“Meu papel é buscar o equilíbrio fiscal porque acredito que o Brasil precisa voltar a olhar para as contas públicas. Eu vou buscar equilíbrio fiscal de todas as formas justas e necessárias. A minha meta está mantida”, afirmou Haddad.

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5 comentários
  1. Christian
    Christian

    Alguma dúvida que o Molusco promete e não cumpre ?
    Pior é o Congresso acreditar nisso e votar a favor do Arcabouço.
    Todos já sabiam que esta era uma promessa sem condição de ser cumprida.
    Agora com as regras mudadas, e dando um cheque em branco para este DESGOVERNO, não tem mais jeito

  2. Marcelo Borges Ferreira
    Marcelo Borges Ferreira

    O Poste não sabe a resposta, deveria pedir ajuda ao Paulo Guedes.

  3. carlos
    carlos

    Precisava responder???
    Parece que todos estão cansados de saber qual a resposta.
    Povo nas ruas e Impeachment já

  4. Ed Camargo
    Ed Camargo

    Todos nós sabemos que o trabalho numero um do governo, é garantir a segurança do povo e estabilidade econômica do país. O zero experiência Haddad somente sabe a linguagem da mentira. O povo brasileiro que pensa com sua própria cabeça, sabe que as eleições foram roubadas e sabe que o défict zero somente foi possível no governo Bolsonaro. Os ladrões da eleição “Moraes e seus asseclas do TSE” sabem que o povo sabe que eles sabem que as eleições foram roubadas. E esses falsários do TSE agradecem o povo disposto a canonizar não apenas uma mentira, mas uma mentira que era facilmente refutada. Mas prevaleceu a hesitação, a timidez do povo e a linguagem da mentira. A dicotomia de termos aceitado o roubo das eleições como o resultado oficial, resultou na trajédia dos dias de hoje, com um regime totalmente corrupto nos governando onde nossas os frutos do nosso trabalho é saqueado, os gastos do regime são astronómicos e nossas ruas se tornaram um cenário de guerra. Com ladrões no poder, o povo se tornou mais exposto aos outros ladrões das ruas que recebem o apaziguamento ingênuo do governo. No mundo abjetamente imoral, do regime petralha, o povo merece estar sujeito e ser a vítima aos golpes e assaltos dos amigos do regime.

  5. PCC
    PCC

    Esse aí não apita nada, até porque, não entende nada. É apenas mais uma peça decorativa nesse desgoverno.

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