O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu, nesta terça-feira, 14, que o governo federal pode proibir a operação no Brasil das casas de apostas esportivas, as chamadas bets. De acordo com ele, isso ocorrerá caso o setor continue resistindo ao pagamento de impostos.
“No caso das bets, temos tecnologia hoje para, se essa queda de braços continuar, ir para um embate mais firme com o setor”, afirmou Haddad. “Elas tiveram uma participação desastrosa nos debates lá na Câmara, porque são dependentes de rede social. Então, nós temos condição de atuar.”
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A declaração do ministro foi dada durante uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O petista voltou ao Congresso dias depois de a Câmara dos Deputados ter derrubado a medida provisória que previa a taxação das bets.
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Na última quarta-feira, 8, a Câmara aprovou um pedido de retirada de pauta da Medida Provisória (MP) 1.303/2025. A MP visava à ampliação impostos para, consequentemente, aumentar a arrecadação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Conforme o ministro da Fazenda, o setor de apostas esportivas agiu fortemente nos bastidores para barrar a aprovação da MP, que, segundo o Executivo, poderia render cerca de R$ 20 bilhões aos cofres públicos em 2026. Haddad comparou, por exemplo, o impacto das bets à indústria do cigarro e do álcool. Além disso, reforçou que a intenção não é “demonizar” as empresas, mas exigir que contribuam com o país.
Haddad articula nova proposta
Com a derrota, Haddad declarou que está aguardando a chegada do presidente Lula, que está em viagem à Itália, para uma reunião com a equipe do governo e com líderes partidários para discutir alternativas para ampliação da receita do Executivo federal.
“A MP 1.303 era um pressuposto importante para o Orçamento e era muito justa”, afirmou o ministro. “Vamos sentar com Lula e buscar solução para o Orçamento do país.”
A indefinição sobre a receita levou o governo federal a pedir o adiamento da votação do Orçamento de 2026, que estava prevista para esta terça-feira,14, na Comissão Mista de Orçamento (CMO).
O presidente do colegiado, senador Efraim Filho (União-PB), criticou o adiamento. Nesse sentido, cobrou medidas de contenção de despesas.
“Não se aguenta mais agenda de aumento de imposto”, enfatizou Efraim Filho. “Ajuste também se faz pelo lado da despesa.”
Leia também: “A CPMI que promete expor o rombo bilionário do INSS”, reportagem publicada na Edição 289 da Revista Oeste





































Ninguém com mais de UM neurônio acredita que Haddad tenha autonomia, determinação, estofo, independência, tutano e liberdade para executar o que fala, ele desmentido e humilhado pelo LULADRÃO. Haddad é um incompetente confesso, posto ter dito não entender de Economia. Haddad é um ZERO enorme literalmente à ESQUERDA em qualificação para o cargo que ocupa. Coitado do Brasil…
Hadad você não manda em nada, palerma do caralho.
Se você vacilar os caras das Bets ,vão eliminar você , Celso Daniel , Toninho do PT,Mariele foram eliminados pela extrema esquerda.
Cara maldito, imposto multas e taxa é com esse maldito mesmo, quanto as Bets foda se quem joga, droga tambem se quer usar sem moderar que entupa o rabo e morra, ao governo nao cabe censurar e cercear nada, apenas manter seguranca juridica e garantir a aplicacao da lei penal