
O governo não bateu o martelo sobre qual o meio-termo ideal para selar um acordo com a Câmara sobre o Projeto de Lei Complementar (PLP) 149/19, o chamado Plano Mansueto. Na equipe econômica e de articulação política, o que se fala é de tendências para a reunião com líderes programada para as 9 horas desta segunda-feira, 13, na Secretaria de Governo.
A ideia inicial era a proposta que girava em torno de um impacto aos cofres públicos entre R$ 93 bilhões e R$ 100 bilhões. A tendência, agora, é que a equipe econômica chegue disposta a negociar mais. Uma tendência, explicam governistas, é focar mais nas transferências com alguma contrapartida ou medida estruturante, e não no eixo financeiro de empréstimos, abertura de espaço fiscal e suspensão de dívidas dos Estados e municípios, como defendem deputados.
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Uma das propostas que devem ser postas à mesa é a transferência de R$ 40 bilhões aos Estados em troca do comprometimento dos governadores e prefeitos de suspender reajustes a servidores públicos pelos próximos dois anos.
Guedes é um guerreiro, um herói, tendo que lidar com um bando de pilantras do congresso. Deveria ser condecorado!