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Política

Governo Lula restringe acesso a 16 milhões de documentos sobre gastos públicos

Conteúdo inclui convênios, notas fiscais e recibos antes disponíveis no Transferegov

O objetivo da base do governo Lula é ter protagonismo no na CPMI que vai investigar as fraudes no INSS | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A alegação do governo Lula é de que a medida visa a atender à Lei Geral de Proteção de Dados | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retirou do ar 16 milhões de documentos públicos que estavam disponíveis na plataforma Transferegov. Os arquivos tratam de acordos firmados com Estados, municípios e ONGs, alguns deles abastecidos com emendas parlamentares.

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Entre os documentos restringidos há termos de convênio, pareceres, subcontratos, planos de obra, croquis, certidões, estatutos, recibos e notas fiscais.

Segundo o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), a retirada ocorreu porque esses documentos contêm dados pessoais, como CPF, endereços e e-mails, que precisam ser tarjados. A alegação do governo é de que a medida visa a atender à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Acesso aos documentos do governo Lula só por meio da LAI

A pasta informou que o acesso voltará a ser liberado depois que inserir tarja nas informações consideradas sensíveis. Ainda não há prazo para a conclusão do processo.

“A gente não é contra a transparência”, afirmou a diretora do Departamento de Transferências e Parcerias da União, do MGI, Regina Lemos de Andrade, em coletiva de imprensa realizada na sexta-feira 16. “A gente entende que tem que proteger os dados, mas a gente trabalhava há anos com uma transparência sem nenhuma restrição. E para a gente se adequar, a gente precisa de um prazo.”

Leia mais: “Lula não é presidente, mas agente de turismo de república bananeira”

O MGI informou que, enquanto os documentos não voltam ao ar, os interessados podem solicitar o conteúdo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

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3 comentários
  1. Rosângela Gomes
    Rosângela Gomes

    Quando a esquerda restringe a acesso a algum documento já é algo suspeito, mas quando esconde 16 M-I-L-H-Õ-E-S deles ai podemos ter certeza de que há falcatrua, do contrário toda a documentação estaria exposta para escrutínio da sociedade.

  2. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Se fosse no governo Bolsonaro o MSTF teria dado 24 horas pra responder…
    Mas agora o manto da corrupção é patrocinado pelo mesmo.
    Esse país virou um prostíbulo dentro de um hospício…

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