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Política

Governo Lula quer retorno de carros populares — de R$ 50 mil

Gestão petista pretende ampliar subsídios ao setor automotivo

Os detalhes da medida estão em fase de ajustes e devem ser anunciadas na sede da Fiesp | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil|

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do governo Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a anunciar a primeira etapa da “retomada do setor automotivo”. O objetivo: incentivar a produção de carros populares. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a intenção é lançar um plano de incentivo para toda a cadeia industrial no Dia da Indústria.

Os detalhes da proposta estão em fase de ajustes e devem ser anunciados na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em 25 de maio. O projeto vai ultrapassar o âmbito das montadoras e incluir linhas de crédito para o setor fabril, reduções tributárias, aumento do índice de nacionalização de bens manufaturados e um programa de financiamento para veículos.

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Valores dos veículos

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O modelo Estrada, da Fiat, é carro mais vendido do país em 2022 | Foto: Reprodução/FIAT

A proposta do governo Lula terá como foco os carros de entrada, que não devem passar por grandes mudanças neste momento. O objetivo é reduzir os preços iniciais de modelos compactos com motor 1.0 para uma faixa entre R$ 50 mil e R$ 60 mil.

No entanto, a ideia do novo pacote é não se limitar a esse modelo. Dessa forma, o governo quer a redução de preços e o financiamento de longo prazo, mas sem a obrigação de atingir um valor abaixo de R$ 60 mil para ter acesso a benefícios tributários.

Já para as marcas que não oferecem modelos de baixo custo nem pretendem simplificar seus carros, a expectativa é criar formas de reduzir os preços dos automóveis já existentes, mexendo na tributação e retirando o mínimo possível de equipamentos.

Leia mais: “Carro zero mais barato no Brasil custa quase R$ 70 mil”

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10 comentários
  1. Eduardo Henrique De Lima
    Eduardo Henrique De Lima

    Carro popular de R$ 50 mil kkkkkkk. Vão pelar o carro todinho? Tirar itens de seguranças obrigatórios (que não pode), como ABS e Air-bags? Só trouxas mesmos para acreditar nisso! E R$ 50 mil num carro popular 0 km ainda está muito caro! E como que um pobre vai conseguir financiar isso? Sendo que o seu salário só teve um aumento de R$ 18,00? E muitos estão tão endividados que estão usando o dinheiro das passagens para comprar alimentos e indo trabalhar a pé ou de bicicleta Monark barra circular velha.

  2. Leandro Aron Sangali
    Leandro Aron Sangali

    O Luladrão parou no tempo, não sabe que a geração atual na casa dos 30/40 anos prefere comprar um carro usado completo, ao invés de um 0 Km “popular”, não estamos mais em 2003. Esse governo está sendo tão ridículo que começo a acreditar que o maior feito dele vai ser mesmo só os 18 reais.

  3. Leandro Ricardo Galiazzi
    Leandro Ricardo Galiazzi

    Vamos poder comprar carros populares vagabundos.
    Ainda meus com o CALABOUÇO FISCAL.

  4. Christian
    Christian

    Diminua os impostos e enxugue a máquina do Desgoverno. É a única solução.
    Agora endividar o povão para vender carro, é mais uma forma de piorar a situação dos brasileiros de baixa renda.

  5. Elisabete de Godoi Buzoni
    Elisabete de Godoi Buzoni

    Tem que reduzir impostos de tudo! Coisa que este governo não está interessado

  6. Marcos Viotto
    Marcos Viotto

    Ressuscita o Fusca! Óia que legal…quer mais popular que isso?

  7. João José Augusto Mendes
    João José Augusto Mendes

    Vai criar a carrobras, para por nais “cumpanheiros” consumindo nosso dinheiro. Realmente pra burro só faltam as penas.

  8. Ed Camargo
    Ed Camargo

    Isso é muito simples, basta o governo tirar os 50% de imposto sobre o preço dos carros, o programa popular poderia ser chamado de “imposto zero” e “juro zero” com 36 meses para quitar. Chegou a hora daqueles que continuam esperando pela picanha, receber algum benefício do governo que escolheram.

  9. Mauricio
    Mauricio

    Chega de incentivos a determinados setores da indústria. Quando há incentivos para uns, há conta para pagar pelos outros.
    É pedir muito que todos os setores tenham redução de impostos e simplificações nas obrigações?

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