publicidade
Política

Governo envia 40 toneladas de insumos médicos à Venezuela

Medicamentos e produtos são destinados ao tratamento de pacientes em hemodiálise

alexandre padilha ministro da saúde
Alexandre Padilha, ministro da Saúde | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro Alexandre Padilha, titular da Saúde, informou nesta quinta-feira, 8, que o governo Lula vai entregar 40 toneladas de medicamentos e insumos médicos à Venezuela. O material será transportado por aeronave venezuelana do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, nesta sexta-feira, 9.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

Segundo Padilha, os medicamentos são destinados ao tratamento com hemodiálise de 16 mil pacientes no país vizinho. O ministro disse que a destinação dos insumos não afeta a oferta de hemodiálise aos cerca de 170 mil brasileiros atendidos pelo SUS.

Ao todo, 300 toneladas de suprimentos já foram reunidas para apoiar o sistema de saúde venezuelano. Trata-se de resposta a pedido da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), agência de saúde da ONU.

+ Trump suspende ‘segunda onda de ataques à Venezuela’

O ministro de Lula disse que a iniciativa reflete um compromisso com “a solidariedade regional” e citou o envio de oxigênio pelo governo venezuelano a Manaus durante a pandemia de covid-19. “É também um gesto de gratidão”, afirmou o ministro. Segundo ele, eventual colapso no tratamento venezuelano teria impactos no Brasil.

Ações e segurança na fronteira com a Venezuela

Além dos insumos médicos, equipes da Força Nacional do SUS foram enviadas a Roraima com o objetivo de avaliar as condições das estruturas de saúde nas áreas de fronteira e reduzir possíveis consequências no atendimento à população local.

O ministro declarou na quarta-feira 7 que o Brasil segue monitorando a situação e mantém planos de contingência, embora não tenha registrado aumento no fluxo migratório até o momento.

Fronteira da Venezuela com o Brasil, em Roraima | Foto: Reprodução/ Wikipedia
Fronteira da Venezuela com o Brasil, em Roraima | Foto: Reprodução/ Wikipedia

A vigilância e o controle da fronteira norte do país permanecem sob responsabilidade das Forças Armadas. De acordo com integrantes do setor de Defesa, a presença militar na região foi ampliada em 2023, depois de ameaças do governo venezuelano durante a crise envolvendo a Guiana.

+ Venezuela prende irmãos por comemorarem a prisão de Maduro

Naquele período, houve mobilização de blindados, armas e de um efetivo entre 10 mil e 12 mil militares, mas o reforço foi pontual e a postura defensiva foi mantida. O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou no sábado 3 que a situação na fronteira com a Venezuela está “tranquila”.

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade