O governo estadual do Rio de Janeiro exonerou 1,4 mil funcionários em cargos comissionados desde o dia 24 de março. A medida começou um dia depois da renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL) e do início da gestão do interino no cargo, o desembargador Ricardo Couto. O número total inclui dispensas em secretarias e em entidades da administração indireta, como empresas estatais.
O Palácio Guanabara afirma que novas exonerações ocorrerão conforme o avanço de auditorias internas. A Casa Civil e a Secretaria de Estado de Governo executam os trabalhos.
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Nesta quinta-feira, 30, o Diário Oficial fluminense publicou 58 exonerações e nove nomeações. A Secretaria de Governo registrou 36 dispensas. Além disso, o Executivo também cortou cargos no Rioprevidência, no Instituto Estadual do Ambiente e nas pastas de Educação, Cultura & Economia Criativa e Desenvolvimento Econômico.
Mais mudanças no governo do Rio de Janeiro
No Instituto Estadual do Ambiente, a engenheira florestal Denise Rambaldi substituiu o presidente Renato Jordão Bussiere. O governador interino também nomeou o procurador Rodrigo Mascarenhas para a Secretaria do Ambiente, cargo ocupado anteriormente por Bernardo Rossi.
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No Rioprevidência, as demissões atingiram a Diretoria de Administração e Finanças. Na Secretaria de Educação, o governo exonerou o subsecretário Marco Aurélio Sampaio Leite.
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