O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) para pedir uma auditoria sobre a condução fiscal e as renúncias tributárias do governo Lula.
Gayer acionou a Corte de Contas depois das declarações de Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que classificou a política econômica de Lula como “suicida” e alertou para o fato de que ela “pode levar o país a uma nova crise”.
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Segundo o parlamentar, também foram enviados requerimentos aos ministérios da Fazenda, Planejamento e Casa Civil que exigem esclarecimentos sobre o uso dos recursos públicos e o impacto das medidas de renúncia fiscal.
Gayer busca transparência
Gayer afirmou que a iniciativa busca garantir transparência e responsabilização em meio a uma sequência de decisões que, segundo ele, “ameaçam o equilíbrio das contas públicas e o futuro econômico do país”.
“O Brasil precisa ser auditado antes que entre em colapso”, afirmou. “A gestão petista está repetindo erros que já vimos no passado e que custaram caro à população. Não podemos permitir que medidas populistas prejudiquem novamente o país.”
Para o deputado, o pedido de auditoria é apenas o primeiro passo de uma série de ações que visam a investigar as decisões econômicas da atual gestão: “O governo fala em responsabilidade fiscal, mas amplia despesas, concede isenções bilionárias e reduz a transparência”. “O TCU precisa apurar com urgência”, alertou.
Análise da política fiscal de Lula
As declarações do ex-presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso provocaram forte repercussão no meio político e econômico. Durante evento promovido pela Fundação FHC, Fraga afirmou que “o fiscal é, de longe, o tema mais importante do momento” e que as altas taxas de juros refletem a instabilidade gerada pelo descompasso entre arrecadação e gastos públicos.
“A política fiscal atual embute um prêmio de risco que encurta os horizontes das pessoas e amedronta o investimento”, afirmou Fraga, ao dizer que o Banco Central não consegue sozinho equilibrar a economia diante da pressão por mais gastos.
O economista foi ainda mais enfático ao dizer que “a política fiscal do governo é suicida”, destacando que a expansão desenfreada de despesas e os projetos recentes de isenções e desonerações tributárias colocam em xeque a sustentabilidade das contas públicas.
“Essas medidas reforçam o risco e são difíceis de entender, pois pressionam as taxas de juros”, afirmou. “Vejo espaço para melhora no Brasil, mas também um risco enorme se não houver correção de rumo. O Banco Central sozinho não consegue equilibrar a economia. Fica uma política meio esquizofrênica.”





































A melhor auditação vai ser feita pelos eleitores ano que vem. E quem ganhar mudar os endereços destes ladrões.( presidio ou caixa de madeira definitiva)