Durante entrevista nesta segunda-feira, 6, no programa Oeste Sem Filtro, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) pediu desculpas por ter votado a favor da Lei da Misoginia.
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O Senado aprovou o projeto em 24 de abril. A proposta inclui a misoginia entre crimes de preconceito e discriminação previstos na legislação brasileira. A relatora Soraya Thronicke (Podemos-MS) conduziu o texto. O plenário registrou 67 votos favoráveis, sem votos contrários ou abstenções.

Girão integrou o grupo que apoiou a proposta. Durante a entrevista, ele reconheceu o erro. “Votei a favor”, admitiu, antes de se desculpar. “Errei e peço desculpas.”
O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.
Girão tece críticas ao Senado e ao Judiciário
Girão reforçou o pedido de afastamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador relaciona o tema à instalação da Comissão de Ética da Casa.
Anteriormente, Girão disse que não descarta a possibilidade de a oposição acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar Alcolumbre a instalar a comissão. Sem o colegiado, não conseguem analisar o pedido de afastamento que o político do Novo apresentou.
Girão também citou a anistia dos brasileiros presos devido ao ato de 8 de janeiro. “São reféns do Estado Brasileiro essas pessoas.”
O senador falou sobre o crescimento do movimento evangélico, aborto. Ele criticou o advogado-geral da União, Jorge Messias, que se declara evangélico. Segundo Girão, Messias, que foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro do Supremo. “Tem o DNA dele [Messias], a assinatura dele, na questão da assistolia fetal, o que é um assunto cruel, que nem em animal é permitido.”
O parlamentar também citou decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo Girão, a medida permitiu a continuidade do procedimento. “Messias, que se diz evangélico, foi lá e deu cabimento ao Alexandre de Moraes.”
Girão afirmou que o apoio e a força dos evangélicos impediram a legalização do aborto no Brasil, assim como a liberação da maconha.





































Pedindo perdão? Isso é desculpa. Nao explicou pq votou a favor. O Brasil está nessa m… por conta desse tipo de politico. Tudo igual, conversa fiada. Direita no Brasil nao existe. Só quer voto. “Tamo phudd…” ÉPÁKÁBÁÁ.
Falácia
Incompreensível. Nenhum volteio retórico será capaz de explicar como TODOS os senadores da oposição votaram a favor dessa aberração que está representada no projeto da misoginia.
Talvez, algum dia, alguém possa retratar o que foi esse “equívoco” (??) coletivo.