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Política

General Heleno diz que 'continua achando que bandido não sobe a rampa'

À CPMI, ex-ministro defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro

A declaração aconteceu durante a CPMI do 8 de Janeiro. | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), disse, nesta terça-feira, 26, que “continua achando que bandido não sobe a rampa”. A declaração aconteceu durante a CPMI do 8 de Janeiro.

Na ocasião, a relatora do colegiado, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), questionou o general Heleno sobre uma declaração dele, dita no ano passado, a alguns manifestantes que protestavam contra o resultado das eleições de 2022.

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“Quando o senhor esteve no Palácio do Alvorada, em dezembro de 2022, o senhor sai no seu veículo, e alguma pessoa pergunta se o bandido subiria a rampa”, perguntou Eliziane a Heleno. “Ele se referia ao presidente Lula. E o senhor diz: ‘Não’. O que o senhor quis dizer com isso?”

O general Heleno então respondeu: “Até hoje continuo achando que bandido não sobe a rampa”. A declaração faz referência a posse do petista no Palácio do Planalto.

Depoimento do general Heleno à CPMI

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O general chegou por volta das 10 horas da manhã à sala da sessão. Na ocasião, foi aplaudido de pé por parlamentares da oposição. À CPMI, o ex-ministro contradisse o general Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI; e defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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4 comentários
  1. XY / XX
    XY / XX

    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

  2. Carlos Roberto Biasi
    Carlos Roberto Biasi

    A verdade sobre o 08/01 precisa vir a tona. A sociedade brasileira merece saber o que realmente aconteceu. O que temos até o momento não narrativas e a esquerda escondendo provas.

    1. Ronaldo Assis
      Ronaldo Assis

      Carlos a verdade já foi escancarada! O país sofreu um golpe da esquerdalha utilizando o judiciário e posteriormente eles criaram o dia 8/1 para prejudicar os patriotas e Bolsonaro. O que mais tem que aparecer?

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