publicidade
Política

'Fundão' deve subir para R$ 5,7 bilhões, defendem técnicos da Câmara

Área econômica foi alertada por técnicos da Câmara sobre a necessidade de 'restabelecer' o valor do fundo, informa portal

Vista do Congresso Nacional, com destaque para o Senado Federal
Vista do Congresso Nacional, com destaque para o Senado Federal | Foto: Pedro França/Agência Senado

O governo federal avalia elevar novamente o valor do fundão eleitoral para este ano e resgatar o montante que havia sido estabelecido inicialmente pelo Congresso, de R$ 5,7 bilhões, quase o triplo dos recursos de 2020.

Hoje, o Orçamento de 2022 aprovado por deputados e senadores prevê um valor menor, de R$ 4,9 bilhões. O fundão eleitoral é a principal verba pública das campanhas e foi inflado com o apoio de partidos de esquerda e do centrão.

Receba nossas atualizações

Relacionadas

O portal G1 afirmou nesta sexta-feira, 14, que a área econômica foi alertada por técnicos da Câmara sobre a necessidade de “restabelecer” o valor.

Segundo a publicação, técnicos da Casa entendem que o montante não pode ser reduzido porque os R$ 5,7 bilhões já tinham sido estipulados na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que fixa as bases do Orçamento.

Ao reduzir o fundo eleitoral, segundo essa interpretação, o governo estaria descumprindo a lei. Os R$ 5,7 bilhões incluídos na LDO foram vetados pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o Congresso derrubou o veto e restabeleceu esse cálculo.

“O Ministério da Economia (Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento) está analisando a compatibilidade entre a LOA [Lei Orçamentária Anual] e a LDO para definir o valor”, afirmou a Pasta.

A LDO prevê que, além de receber parte das emendas das bancadas parlamentares, o fundo seria composto por 25% dos recursos destinados à Justiça Eleitoral em 2021 e 2022. É este cálculo que resulta nos cerca de R$ 5,7 bilhões.

Durante a votação final do Orçamento de 2022, parlamentares a favor de reduzir o fundo eleitoral defendiam que os R$ 5,7 bilhões previstos na LDO eram apenas uma “autorização”, e não uma obrigatoriedade.

Leia mais sobre:

8 comentários
  1. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Eles insistem nisto! Gostaram de nos roubar institucionalmente!!! Por isso sentem-se à vontade para propor as piores aberrações como roubo não ser penalizado criminalmente. Se os bancos não derem um jeito de “chutar” esta gente do congresso, o país se afundará mais ainda como foi a corrupção no governo DILMA E LULA!!! E ficar de olho, nos novos que possivelmente entrarão, como dependem de um partido, poderá trocar seis por meia dúzia. Sempre verificar qual a relação destas pessoas. Aqui no Rio, teve parente de traficante que conseguiu entrar para a Câmara. Precisamos ficar muito atento.

    1. Renata Thomaz
      Renata Thomaz

      * O “povo” e não banco…. kkkkk Os bancos vão adorar as galinhas dos ovos de ouro no poder novamente….

  2. Fabricio Alexopulos
    Fabricio Alexopulos

    Não existe Estado democrático no Brasil. O que há é um estado aristocrático tomado por elites, que ditam às massas como se peida e se arrota. E quem acha que isso não deve ser assim tem 2 opções:
    A) Ir embora
    B) Resignar-se
    Caso não adote uma das opções e resolve confrontar a tal aristocracia, que tem a chancela de seu braço jurisdicional, será devassado, destroçado, aniquilado, destruído.

  3. Paulo Sergio Tosi
    Paulo Sergio Tosi

    Na Terra Brasilis, a roubalheira é conduzida estritamente dentro da lei. É o verdadeiro “estado da arte” da corrupção e bandalheira. Os Ditadores por aí deveriam fazer um fellowship no confesso brasileiro para aprender como se faz.

  4. João Barbosa Silva
    João Barbosa Silva

    A maioria desses políticos brasileiros é uma vergonha mundial!!!

  5. Augusto
    Augusto

    Cadê os brasileiros que não resolvem essa….. logo! uma canalhice sem precedente.

  6. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Nome certo para este fundo. FUNDÃO. Isto é uma aberrarão. Um vagão fora do trilho. Que Democracia é esta que podem criar uma Lei para desviar BILHÕES dos cofres públicos ? Onde estão as garantias e os direitos individuais ?

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade