O funcionário do governo dos Estados Unidos, Michael Myers, deixou o Brasil na quarta-feira, 22. Ele trabalhava na Polícia Federal (PF) desde 2024 em um acordo de cooperação técnica. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) cancelou o visto do agente e determinou seu retorno aos EUA.
A medida responde à expulsão de um delegado brasileiro pelo governo de Donald Trump. O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental ordenou a saída do servidor brasileiro, que perseguiu o ex-deputado Alexandre Ramagem.
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O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou a saída de Myers à amissora GloboNews. além disso, o governo brasileiro suspendeu o acesso de um segundo norte-americano às instalações da PF. Este segundo funcionário permanece no território nacional e mantém sua identidade preservada.
A suposta reciprocidade do Itamaraty
O Itamaraty retirou as credenciais de Myers antes de sua partida. O funcionário, porém, decidiu antecipar o retorno ao seu país de origem por conta própria. A diplomacia brasileira utilizou avisos verbais para comunicar as sanções, repetindo o método usado pelas autoridades norte-americanas. O governo alega que aplicou o princípio da reciprocidade diplomática.
No entanto, a PF informou que o acordo de cooperação entre os países continua em vigor. A corporação classifica o incidente como um evento isolado na relação bilateral e espera reestabelecer o fluxo regular de informações nos próximos dias. A PF aguarda a normalização do intercâmbio de dados de inteligência.
Leia também: “Ex-embaixador da Nicarágua acusa Lula de violar leis internacionais para perseguir Ramagem nos EUA”
Andrei Rodrigues afirmou que a instituição mantém o diálogo com os parceiros estrangeiros. O foco da PF é garantir que as medidas diplomáticas não prejudiquem o trabalho de investigação conjunta.





































Com certeza saiu feliz agradecendo ter ido embora de um país infelizmente governado por um sistema podre , quem hoje se não ganhasse uma bolada no cassino do governo, não iria embora daqui,?
Sinto muito! Parece que a TV esta acabando com a revista Oeste! Uma sugestao: Quando escrever uma matéria, pergunte a si mesmo, o eterno mestre Guzzo, gostaria de ler a mesma.
Para haver justificativa na reciprocidade o funcionário americano não precisaria ter cometido ilegalidades iguais àquelas que o delegado brasileiro cometeu nos EUA? Esse desgoverno vai de mal a pior!
Isso seria se tivéssemos um governo sério.