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Política

Frente Nacional de Prefeitos pode incluir 'Prefeitas' no nome

Vice-presidente de desenvolvimento social da entidade, prefeita de Campo Grande foi a responsável por anunciar a possível mudança

frente nacional prefeitas nome
FNP não confirmou como a declaração da prefeita Adriane Lopes será colocada em prática | Foto: Reprodução/Instagram

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), disse na segunda-feira 25 que a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) vai alterar seu o nome. A mudança, de acordo com ela, se dará para a entidade incluir o termo “Prefeitas”.

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A declaração de Adriane, vice-presidente de desenvolvimento social da entidade, foi dada durante o 2º Encontro Nacional de Prefeitas, realizado em Brasília (DF) e organizado pelo Instituto Alziras, informou o site Poder360.

Depois da declaração de Adriane, a equipe de comunicação da FNP confirmou que “trabalha” na discussão da mudança. A frente, contudo, não confirmou que incluirá o termo “Prefeitas” numa eventual alteração do nome.

Evento reuniu prefeitas

Prefeita de Uberaba (MG), Elisa de Araújo elogiou presença de mulheres em comissão da FNP | Divulgação/FNP

O 2º Encontro Nacional de Prefeitas contou com a presença de Elisa de Araújo (Solidariedade), de Uberaba (MG).

Leia mais: “Quem é o prefeito com maior salário do Brasil?”

Elisa destacou que a FNP conta com uma comissão em que as mulheres governantes compartilham dificuldades e boas experiências de gestão.

A prefeita de Uberaba observou ainda que as prefeitas pelo país podem contribuir para ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade. Uma das maneiras é contribuir para o assunto se tornar mais conhecido e debatido.

“De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), nós mulheres, juntas, dedicamos mais de 14 bilhões de horas ao trabalho de cuidado não remunerado”, afirmou Elisa. Diante do cenário de que as mulheres são responsáveis por ¾ do trabalho não remunerado no mundo, a prefeita salientou que é necessário “rever o modelo de rede sociofamiliar, no qual não existe divisão de tarefas, muito menos equidade nas responsabilidades e benefícios.”

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