A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, nesta quarta-feira, 25, o projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke. A proposta recebeu 6 votos favoráveis e 3 contrários.
A proposta é de autoria do vereador Lucas Pavanato (PL), com coautoria de Rubinho Nunes (União), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União). O texto prevê promover valores cristãos, monitorar projetos ligados ao movimento woke e propor medidas contra o que chamam de “excessos ideológicos”.
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O que é a Frente Parlamentar Antiwoke
Woke vem do inglês wake, despertar. O Dicionário Cambridge define como estar atento a problemas sociais, como racismo e desigualdade.
No dicionário Oxford, o termo também aparece na sua forma crítica. De acordo com a definição, ele é usado para indicar desaprovação de pessoas que consideram exagerada a atenção dada a esses temas. Nesse contexto, críticos associam o termo woke a pautas “progressistas“.

Pavanato explicou que a palavra woke está relacionada a narrativas e linhas de pensamento como a militância LGBT, ideologia de gênero, feminismo e aborto.
“A Frente Parlamentar busca impedir os avanços dessa ideologia nefasta, preservando o direito à liberdade de expressão”, disse Pavanato. “O caráter suprapartidário da Frente Parlamentar Antiwoke garante sua ampla representatividade e permite o melhor desenvolvimento de propostas equilibradas e respeitosas à pluralidade da sociedade paulistana.”
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Votaram a favor Dr. Milton Ferreira (Podemos), Janaina Paschoal (PP), Sandra Santana (MDB), Sansão Pereira (Republicanos), Silvão Leite (União) e Lucas Pavanato (PL). Foram contrários Luna Zarattini (PT), Silvia da Bancada Feminista (Psol) e Thammy Miranda (PSD).
O projeto ainda passará pelas comissões de Administração Pública e de Finanças e Orçamento antes de seguir ao plenário. Caso seja aprovado, a Frente Parlamentar Antiwoke será instalada oficialmente na Câmara Municipal de São Paulo.





































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