publicidade
Política

Fraude no INSS: defesa de Lulinha se manifesta sobre quebra de sigilo

A PGR recebeu um pedido de 47 deputados federais para decretar a prisão preventiva do filho do presidente Lula

lulinha 2 - pt - alcolumbre
O advogado reforçou que Lulinha sempre manifestou disposição para colaborar | Foto: Reprodução/YouTube/Jornal da Record

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais conhecido como Lulinha, manifestou-se, nesta quinta-feira, 26, sobre a quebra de sigilo do seu cliente, decretada tanto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) quanto pela CPI do INSS.

O advogado Guilherme Suguimori Santes classificou a medida como “dispensável” e informou que já protocolou pedido de acesso aos autos ao ministro André Mendonça, do STF.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Em nota oficial à imprensa, o advogado afirmou que documentos serão entregues voluntariamente ao STF e reforçou que Lulinha sempre manifestou disposição para colaborar.

“Por tudo isso, entendo que a quebra de sigilo é dispensável, pois não é necessário coagir quem, desde o início, demonstrou interesse inequívoco em contribuir”, disse Santes.

Defesa nega envolvimento de Lulinha

O comunicado também enfatizou que o filho do presidente Lula não integra nenhum esquema de fraude no INSS e que não cometeu crimes.

A defesa ressaltou que, desde o princípio, Lulinha se colocou à disposição do STF e demonstrou vontade de prestar esclarecimentos.

O fornecimento de documentos, segundo a nota, seria suficiente para esclarecer os fatos e evitar politização do caso.

Leia mais:

Deputados pedem a prisão de Lulinha

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu um pedido de 47 deputados federais para decretar a prisão preventiva de Lulinha, por suposta participação no esquema de fraudes no INSS.

A representação foi apresentada por Rosangela Moro (União-SP) e subscrita por parlamentares de PL, Republicanos, PSD, PP e União Brasil.

O documento também solicita a abertura de investigação formal e a adoção de medidas cautelares, como:

  • a inclusão do nome do investigado na difusão vermelha da Interpol;
  • o início de processo de extradição junto à Espanha;
  • o cancelamento do passaporte; e
  • eventual uso de tornozeleira eletrônica.

Suposta ligação com o “Careca do INSS”

O texto sustenta que Lulinha teria atuado como sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador financeiro do esquema de fraudes no instituto. ,

Segundo a representação, ele teria recebido cerca de R$ 300 mil mensais para “viabilizar e proteger interesses do grupo junto à cúpula do governo federal”. ,

Os valores, de acordo com os parlamentares, teriam origem em propinas pagas por associações envolvidas nas fraudes.

Leia mais: “Lulopetismo rebaixado”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 310 da Revista Oeste

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.