A Secretaria de Saúde de Fortaleza anunciou a oferta do implante subdérmico como método contraceptivo para crianças e adolescentes de 10 a 19 anos. O programa prevê que jovens atendidas nas unidades municipais e que cumpram critérios clínicos recebam o dispositivo de forma gratuita.
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Segundo a gestão de Evandro Leitão (PT), único prefeito petista de capital no Brasil, o anticoncepcional é considerado eficaz, seguro e prático. A justificativa oficial destaca que o implante dispensa administração diária, diferentemente de outros métodos hormonais. A prefeitura divulgou a iniciativa na segunda-feira 18.
Léa Dias, assessora técnica da Saúde da Mulher no município, defendeu a estratégia. Segundo ela, o “Implanon permanece no organismo liberando hormônio continuamente por três anos, proporcionando uma contracepção confiável, especialmente para adolescentes”.

Conforme a prefeitura, 621 crianças e adolescentes já iniciaram o uso do anticoncepcional. Além do implante, a gestão oferece outros métodos de contraceptivos — como pílulas, injeções, DIUs e preservativos —, “independentemente da idade”.
Fortaleza é alvo de críticas de Damares sobre ‘sexualização’ infantil
A proposta de Fortaleza provocou reação imediata. Ao jornal Correio Braziliense, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que levará o caso ao Ministério Público.
Na Câmara Municipal, vereadores apresentaram denúncias contra a política adotada pelo Executivo da capital cearense.
“Quando eu dou um anticoncepcional a uma menina de 10 anos, eu estou querendo que ela não conceba”, ressaltou Damares. “Portanto, eu estou admitindo que ela está tendo relações sexuais. Essa medida é tão somente o Estado assumindo sua falência e seu fracasso no enfrentamento à erotização e à sexualização precoce de crianças e adolescentes.”
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Em contraste, a medida surge em meio às discussões sobre a “adultização infantil”, motivadas por um vídeo do youtuber Felca.
Desde a divulgação do material, em 6 de agosto, o tema já resultou em pelo menos 17 propostas na Câmara dos Deputados e provocou debates no âmbito público e político em todo o país.
Não entendo, posso estar desatualizado…mas, assim como é crime ter relações sexuais com menores de 14 anos (estupro de vulnerável), o que dizer de um filho da puta que fornece anticoncepcionais para crianças de 10 anos? Pedófilo estatal, é a classificação do maldito.