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Política

Flávio Bolsonaro: retirada da Magnitsky é 'gesto gigantesco' pela anistia

Para o senador, medida seria o 'primeiro passo' para o fim dos excessos atribuídos a Moraes

Alexandre de Moraes STF Le Magnitsky
Sanções com base na Lei Magnitsky atingiram o ministro Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Rosinei Coutinho/STF

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira, 12, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um “gesto gigantesco” em direção à anistia no Brasil. Horas antes da declaração, o governo norte-americano retirou sanções impostas com base na Lei Magnitsky ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, à mulher dele, Viviane Barci de Moraes, e ao Instituto Lex.

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Segundo ele, Trump classificou a medida como um primeiro passo para o fim de “excessos praticados por Moraes” e como o começo de um caminho “para que a relação Brasil-EUA volte à normalidade democrática”.

Ainda de acordo com o senador, o Congresso brasileiro deverá votar o PL da Anistia nos próximos dias. “Sendo aprovada, não tenho dúvidas de que os EUA retirarão totalmente as sobretaxas dos produtos brasileiros exportados para lá”, afirmou. Ao final da publicação, Flávio acrescentou: “A bola está com a gente!”

Trump revoga Magnitsky contra Moraes

A declaração ocorre no mesmo dia em que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos confirmou a retirada dos efeitos da Lei Magnitsky sobre Moraes, sua mulher Viviane e o Instituto Lex. Por volta das 15h desta sexta-feira, os nomes já não constavam mais na lista de sancionados administrada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC). Em comunicado, o órgão norte-americano limitou-se a confirmar a exclusão dos registros.

As sanções haviam sido aplicadas inicialmente a Moraes em julho, quando o governo dos EUA entendeu que o ministro seria um violador de direitos humanos. Posteriormente, em setembro, as medidas foram estendidas à mulher do magistrado e ao Instituto Lex. Na última segunda-feira, 8, o Departamento do Tesouro ainda havia informado que a sanção seguia ativa e citou “campanha ilegal de censura” e determinação de “prisões arbitrárias”.

Segundo os jornalistas Edilson Salgueiro e Carlo Cauti, da revista Oeste, a retirada das sanções fazia parte de um acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos, informação publicada em 4 de dezembro. Conforme relataram, a negociação envolve a concessão de terras raras brasileiras para exploração norte-americana, o fim da censura contra as mídias sociais, o cancelamento de impostos contra as big techs, a colaboração brasileira no combate ao crime organizado e o término de qualquer cooperação do Brasil com a China no setor de satélites.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

2 comentários
  1. Brasileiro
    Brasileiro

    Vtnc. Esses palhaços de centrao acham que enganam quem?

    1. Refletindo internamente
      Refletindo internamente

      infelizmente o foco do centrão é enganar a grande massa de analfabetos funcionais e as crianças que serão a nova geração de eleitores

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