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Fique de olho nos principais acontecimentos desta semana

Oeste selecionou o que há de mais relevante no Brasil e no mundo

os principais fatos da semana
Oeste selecionou o que há de mais importante no Brasil e no mundo | Foto: DAVID STEWART/FLICKR

Oeste selecionou o que há de mais relevante no Brasil e no mundo

os principais fatos da semana
A chamada “Lei das Fake News” deve ser votada na terça-feira
Foto: DAVID STEWART/FLICKR

Hoje Seis países dão início à flexibilização do isolamento social, que envolve a reabertura de restaurantes, praias, escolas e bares. São eles: Reino Unido, Portugal, Austrália, Turquia, Rússia e Holanda. No Brasil, começa a valer no Estado de São Paulo a chamada “quarentena inteligente”, do governador João Doria, mas a capital permanece fechada por decisão do prefeito Bruno Covas.

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Terça-feira 2 A Câmara deve votar o projeto que suspende os pagamentos de dívidas dos clubes de futebol durante a calamidade pública. Enquanto isso, os senadores sinalizam que vai à plenário a “Lei das Fake News”, de autoria de Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Tábata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES). Nas entrelinhas, a medida põe uma mordaça nas redes sociais.

Quarta-feira 3 O governo alemão divulga os números dos desempregados referentes ao mês de maio. Desta forma, a expectativa é que haja aumento de 5,8% — atualmente, o país tem 2,64 milhões de pessoas sem trabalhar. Além disso, a Austrália deve publicar as informações acerca do PIB do país no primeiro trimestre deste ano. De acordo com o governo, a expectativa é de queda.

Quinta-feira 4 O Banco Central Europeu (BCE) se reúne para discutir o programa de compra de ativos de € 750 bilhões. A iniciativa foi projetada no intuito de conter os custos de empréstimos para os governos cada vez mais endividados da Europa. De acordo com a presidente do BCE, Christine Lagarde, a zona do euro encolherá de 8% a 12% este ano.

Sexta-feira 5 O governo norte-americano apresenta as taxas de desemprego do país no mês passado. Espera-se o porcentual tenha subido 5,2% em maio. No entanto, a gestão Trump avalia que, em razão dos sinais positivos que a economia tem apresentado, a tendência para a requisição do seguro-desemprego é que caia dos atuais 2,1 milhões para 1,9 milhão.

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