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Política

Fachin arquiva processo que pedia suspeição de Toffoli no caso Master

Como André Mendonça assumiu a relatoria, perdeu efeito a ação aberta depois de a PF entregar um documento ao presidente

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O presidente do STF, Edson Fachin, durante a abertura do Ano Judiciário, no tribunal - 2/2/2026 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

Neste domingo, 22, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou o processo que interpelava a atuação do ministro Dias Toffoli no caso Master.

A arguição de suspeição (AS) foi aberta, depois de a Polícia Federal levar a Fachin um relatório que apresentava menções a Toffoli extraídas do celular do dono do banco, Daniel Vorcaro.

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Toffoli constava em mensagens trocadas entre Vorcaro e o cunhado dele, Fabiano Zettel, a respeito do pagamento de um resort da família de Toffoli no Paraná, o Tayayá.

Em 12 de janeiro, no estopim da crise, os dez juízes do STF se reuniram no gabinete da presidência e decidiram pelo afastamento de Toffoli.

Mais tarde, naquela noite, o sistema do STF sorteou André Mendonça relator do caso. Dessa forma, a AS aberta contra Toffoli se tornou desnecessária.

+ Ministros do STF dizem que atos de Moraes podem levá-lo ao ‘isolamento’

Ato de Fachin sobre Toffoli não interfere na investigação do caso

O arquivamento da AS não afeta o andamento das investigações do Master. Isso porque a decisão dizia respeito exclusivamente à atuação de Toffoli como relator (portanto, se o ministro poderia ou não permanecer à frente do caso).

Com a redistribuição do processo a Mendonça, esse impasse foi resolvido e eventuais desdobramentos da apuração passam a ser analisados pelo novo relator.

Nota dos dez ministros

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Sede do STF, em Brasília | Foto: Gustavo Moreno/STF

Na nota divulgada pelo STF, posterior à reunião, os ministros manifestaram solidariedade a Toffoli.

“Registram, ainda, que a pedido do ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de submeter à presidência do tribunal questões para o bom andamento dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a presidência do STF, ouvidos todos os ministros, acolhe comunicação de Sua Excelência quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua relatoria para que a presidência promova a livre redistribuição”, disse trecho do documento.

Leia também: “Desunidos de toga”, reportagem publicada na Edição 310 da Revista Oeste

7 comentários
  1. Oswaldo Galvão Carvalho
    Oswaldo Galvão Carvalho

    dos ministros que “transitam” pelo STF, esse tal Edson Fachin é o pior deles.
    já ouviu o ditado …. “lobo em pele de cordeiro” …. é o próprio.
    esse cara se faz de sério, mas é um tremendo safado e nefasto.
    Pobre e Podre Brasil.

  2. Fernando Repinaldo
    Fernando Repinaldo

    Lamentamos, mas a reprodução de conteúdo desta página não é permitida.

  3. Brasileiro
    Brasileiro

    Os verdadeiros inimigos do STF e da justiça vestem capinha preta.

  4. Reinaldo Martinazzo
    Reinaldo Martinazzo

    Já faz tempo que as ideias deste senhor andam meio estragadas…

  5. Luciano Espinheira Fonseca Junior
    Luciano Espinheira Fonseca Junior

    Pronto, tava demorando!!! O vovô já disse a que veio!!!

  6. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Ainda não é possível (pelo menos para mim) entender a extensão dessa decisão do FACHIN, de quem tudo pode se esperar fora das quatro linhas da Constituição. Só falta ele estar encerrando as atividades do novo relator para esse assunto. Nunca poderemos esquecer que foi esse indivíduo quem inventou a piada jurídica mais ridícula já vista em qualquer parte do mundo – O CPF ERRADO – mostrando que para livrar a cara do patrão criminosos ele faz qualquer negócio. Para isso ignorou até mesmo todas as dezenas de vezes em que os processos que condenaram o Lula haviam passado pelo STF com numerosos pedidos de habeas corpus, etc, sem ele nunca levantar essa aberração jurídica. E, claro, ignorou que os processos durante ANOS passaram pelas instâncias devidas e foi julgado por JUIZES DE CARREIRA, não por um desconhecido professor de universidade alçado pela Dilma ao STF em retribuição à campanha feita por ele na mesma universidade. TRISTE PAÌS.

  7. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    O que esperar desse petista Fachin depois que descondenou o condenado?

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